Este pêlo branco

Aqui, nesta montanha batem os primeiros matinais raios de sol e quando este desce e se apresenta o luar tem-se a sensação de que nada se apresentou diferente do que já foi, do que é ou que poderá vir a ser. Não espere nada, nem deslumbramento nem desilusão, não é essa a brancura que se pretende.
Anseie o nulo para que atinja o supremo início do tudo de novo.
Muito gosto,
Cabra Branca.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Abuso de mim

Agora estou no café, no café da zona, onde a terceira idade abunda. Peço um café acompanhado por um copo com água e claro o pacote de açúcar, o pequeno pacote Nicola, portador de dizeres. Leio o que um tal Pedro Malaca diz, uma noite pego numa tesoura e corto as “amarras”. Hoje é a noite. Sorrio, hoje ainda é de dia e ontem era noite. Li.

Hoje entrei no carro, bem pela fresca, vi no banco traseiro uma lupa roubada, não por mim, mas por alguém mais pequeno que a furtou de casa de uma bisavó quase centenária. Olhei a lupa, percebi que preciso dela, daquela lupa que amplia vontades, aquela lupa sabedora, aquela que ficou esquecida no banco traseiro do carro. A bisavó já nem sabe dela, e eu? Eu preciso tanto dela, da lupa.

Hoje pensei muito, tanto quanto todos os dias, mas hoje peguei nem pensei, peguei no braço de um aprendiz e meti-o fora da sala. Hoje foi tão fácil meter tal pupilo e é tão difícil pela noite meter graúdo, fora de mim.

Mais daqui a pouco vou ao talho, o talho daqui, aqui ao lado do café, ver os homens de bata branca mascarrada de vermelho sangue, suco de carne defunta no branco daquelas batas. Como detesto carne, porque a como? Porque a dou a comer. Porque me dou a mastiga-la, ela é rija, será que... preciso de ti?

Logo, à noite, quando as amarras forem cortadas, deitada, deliciada por mãos que me amarram, por braços que me elevam numa afluente que entorna desejos sucumbidos do que foi, escorrerá nascente, transbordará cascatas pelas bordas do meu sexo. E oiço sem receio, sem segredos nem mistérios, como todas as letras escritas, gosto de mim.

Li da lupa, fora de mim, preciso de ti, gosto de mim.

A quem pediu um abuso de mim, ao Oral.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Não sei se sei, sei que parei de dançar



Que tenham um excelente fim-de-semana, como eu vou ter o meu!
Beijos e abraços apertados aos meus seguidores!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Pompoarismo

A arte de pompar neste blog aqui

Pompoar é a habilidade de controlar a contração e o relaxamento da musculatura circunvaginal. Ao aprender a técnica, a mulher consegue controlar os três aneis circunvaginais separadamente, podendo incrementar o ato sexual apenas com o movimento de seus músculos. Embora para nós, ocidentais atrasadas, a técnica seja algo ainda muito pouco explorado, em países como a Índia, ela é passada de mãe para filha, com o objetivo de aumentar o prazer sexual da moça e de seu parceiro.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

21ª Consulta

Relembro o consultório da Cabra com um comentário de um anónimo a um post.

Achei assim por bem, analisa-lo e aprofundar sua riqueza.

Para quem desconhece este consultório, basta um clique aqui: CONSULTÓRIO com a Cabra.

Cabra, será que não foste sempre egoista? Essas defesas todas, esse ser forte, esconde sempre raivas, frustrações. Well done

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Caro Anónimo, pegando nessa sua ideia, lhe digo que todos somos egoístas, até você quando o referencia sem se mostrar, usando um vulgar nome teria sido melhor que simplesmente anónimo.

Quanto a raivas e frustrações, elas cabem a quem as sente, lamento eu não sinto nem uma nem outra, embora tenha sim momentos de raiva tal como momentos de frustração e a isso chamo crescimento. Você não?

Well done para si também.

Neste espaço para esclarecer as mais pequenas dúvidas ou as grandes aprendizagens.

Abraço e juízo

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Cabra

"Não importa o tamanho da Montanha, ela não pode tapar o sol."

domingo, 22 de janeiro de 2012

Aquela noite


"Nenhuma árvore explica os seus frutos, embora goste que lhos comam."Miguel Torga

Uma noite alguém esboçou um sorriso na mão dela, desenhou-o sem saber a razão e o sublinhou na imensidão de sua importância. Repetidamente a alertou, para o que aquele sorriso teria de sofrer, um sofrer espelhado, um delineado recheio de uma das mais pura das razões sentidas, nunca poderia o perder, retocado sobre si mesmo ganharia rugas nos cantos daquele lábio prazeirento, rugas estimadas de querer, rugas imensas do saber, tantas rugas de crescer...

Ela acrescentou pausa, questionou-o que queria ele dela. Magno respondera-lhe, quero, quero-te crer!

Ela fechou a mão, esmagou o sorriso pintado, sentiu que não o queria perder...

«De nada nos vale conhecer a pessoa certa, se for na altura errada»

O tempo não era o certo e certamente nunca se saberia se alguma vez esse tempo certo existiria.

Ela lamentou,

Ele saltou,

a crença vazou.


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

inestimável

Não me vejas, não me repares, não me fales como se me visses visível. Não me vejas, estou de folga a ti, não me repares, estou sem reparação, não te oiço, porque me falas? Sou transparente, índole a esses olhos desaluminados. Tantos me vêm sem sequer me olhar, tantos quantos eu sou. Não me vejas, não me regales esses olhos deslavados de ser, não me fales esse falar de silêncio opaco. Tantos milhões me vislumbram e tantos mais me deslumbraram... e tu não me olhes, não me fales, não percebo essa voz escura, que diz tudo do nada. E nada é o que julgas que vês, não me vejas então, carregada de porquês, não fales achando-te que prevês, mas não, não vês, nunca me viste admite! Então mais uma vez,

Não me vejas, não me repares, não me fales como se me visses! Invisível, inestimável a ti.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012



“Há um pássaro azul no meu coração
que quer sair
mas eu sou demasiado duro para ele,
e digo, fica aí dentro,
não vou deixar
ninguém ver-te.
Há um pássaro azul no meu coração
que quer sair
mas eu despejo whisky para cima dele
e inalo fumo de cigarros
e as putas e os empregados de bar
e os funcionários da mercearia
nunca saberão
que ele se encontra
lá dentro.
Há um pássaro azul no meu coração
que quer sair
mas eu sou demasiado duro para ele,
e digo, fica escondido,
queres arruinar-me?
queres foder-me o
meu trabalho?
queres arruinar
as minhas vendas de livros
na Europa?
Há um pássaro azul no meu coração
que quer sair
mas eu sou demasiado esperto,
só o deixo sair à noite
por vezes
quando todos estão a dormir.
Digo-lhe, eu sei que estás aí,
por isso
não estejas triste.
Depois,
coloco-o de volta,
mas ele canta um pouco lá dentro,
não o deixei morrer de todo
e dormimos juntos
assim
com o nosso
pacto secreto
e é bom o suficiente
para fazer um homem chorar,
mas eu não choro,
e tu?”

Charles Bukowski

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

domingo, 15 de janeiro de 2012

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Ra(e)lações

Maravilhosa discrição de amor e paixão por: TARTARUGA

Relações

Engraçadas as relações. Verdadeiros organismos voláteis que se transformam com o passar do tempo. De paixões amorosas a amores apaixonados, ao longo da vida somos infectados por sentimentos especiais e fortes que nos deixam profundamente vulneráveis. Indefesos. Mas felizes.

O diagnóstico para estes sintomas - que incluem rubor, sonhar acordado e fluxo de sangue no órgão sexual - pode simplesmente ser uma Paixão. A Paixão, ao contrário do Amor, surge intensa e pode ter a esperança de vida de uma simples febre. Se a doença não definhar, os sintomas evoluem. Pior: agravam-se. Desejos de monogamia, tolerância ao hálito matinal e aceitação de que aquela perfeição ambulante é, afinal, imperfeita. Fomos dominados pelo Amor. Normalmente, esta patologia surge quando temos do outro uma visão mais real e menos fantasiosa. Enquanto que a Paixão estimula o nosso lado egoísta e deliciosamente nos desgasta, o amor suprime o Eu e obriga-nos a tornar prioritário o bem-estar do Outro. Uma obrigação inebriante que assumimos de bom grado. O que eu não esperava era que, nesta evolução de estados, surgisse um segundo efeito secundário. A Saudade.

Mas isso fica para uma próxima.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Atentos :)


“ESCOLA DO SEXO” ENSINA CASAIS A OBTER PRAZER

Uma escola que ensina formas de obter prazer, uma dominadora que traz até Portugal o seu séquito de escravos e luta livre no feminino são as grandes novidades da 5ª edição do Eros Porto. Erica Fontes, a mais internacional das atrizes portuguesas, é a cicerone deste evento, que promete voltar a encher de curiosos o Pavilhão Multiusos de Gondomar, de 9 a 12 de fevereiro.

Como já é tradição por esta altura do ano, o Salão Erótico do Porto regressa para aquecer os dias frios da “capital nortenha”. São mais de 700 espetáculos, em 10 palcos, protagonizados por mais de 80 artistas, incluindo algumas das mais importantes estrelas a nível internacional. Entre elas, Erica Fontes, a atriz portuguesa que tem percorrido os quatro cantos do mundo, será a porta-voz desta edição.

A “Escola do Sexo” é uma das grandes novidades do Eros Porto 2012. Aqui, os “alunos” poderão aprender alguns dos ensinamentos do Kamasutra, saber que posições dão mais prazer ao homem ou à mulher e ver, em primeira mão, exemplos práticos dessas mesmas posições. As aulas serão lecionadas por dois professores e exemplificadas por três casais, seis conceituados atores e atrizes do universo do entretenimento adulto internacional. (...)
EROSPORTO – SALÃO ERÓTICO DO PORTO 2012
DATAS: 9 a 12 fevereiro
HORÁRIOS: Quinta a sábado, das 15h00 às 02h00 | Domingo, das 15h00 às 22h00
LOCAL: Pavilhão Multiusos de Gondomar
PREÇO DOS BILHETES: Geral – 20€ | Estudantes - 15€ (só 5ª feira) | Maiores 65 anos e Pessoas com deficiência - 15€

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

domingo, 8 de janeiro de 2012

aqui é demais para ti…

Hoje deu-me vontade de voltar a explorar! Em 2009 escrevi uns post´s num outro blog, agora e aqui, neste espaço que poucos ou muitos (mas sem dúvida bons) me seguem, exponho com algumas adaptações. O género não muda, a atitude sim, essa é a prova do crescimento, a razão de que o futuro não é mais que nosso amigo.

Nada nem ninguém é irrepreensível, naturalmente temos agregado a nós a pudica falta de dignidade da verdade, tão mais fácil emaranhar por outras predisposições. Não me isento de nada, tal como também não provo ser infalível. Sou mais uma no meio de todos, e todos criamos e recriamos imbecilidades. Tal como sou crente de que nem sempre a verdade é a razão de tudo, porque nada é perfeito, nem mesma a imensidão da verdade, e o que é uma imensidão? Redigo que antes a mentira que sabe levar a vida a viver mais um dia feliz, porque a mentira nem em tudo é sinónimo de falsidade! O egoísmo? Falemos do egoísmo, antónimo de altruísmo, estranho não?

“As disposições humanas inclinam os seres humanos a dedicarem-se aos outros naturalmente, o homem pode ser - e é - bom e generoso naturalmente sem necessidade de intervenções sobrenaturais ou divinas.”

Este conceito opõe-se, portanto, ao que vos falo hoje, a verdade, o egoísmo, que são as inclinações específica e exclusivamente individuais.

Julgar os outros? Não! Faço créditos, constantes juízos de valor à minha pessoa, isso sim, ao meu individual, anteriormente condenado ao desapego, à minha falta de vinculo pela veneração aos mais fortes ou mais importantes, mas nunca, nunca manifestei ausência de bondade! E agora com bondade a mim trabalho-me para ser diferente nesta vida, na alma que povoa hoje nesta urbe frenética, onde tudo é ao sabor do descartável, nunca estamos bem, sentimo-nos sempre descompensados, somos uns eternos insatisfeitos! E infelizmente não sou diferente dos demais, mas tento, e tento e tentarei sempre contrariar o mais do mesmo.

Assim, não posso admitir a falta de dignidade e de respeito. E então não me peçam desculpa, porque desculparei! Dá-me então! Agora sou eu a Egoísta! Dá-me as paixões, os amores, as amizades. Dá-me tudo então, tudo só para mim! Assalta o meu coração.


sábado, 7 de janeiro de 2012

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Aluguer Viciante...

Como pagar o aluguer de uma cabra? Pagar a uma cabra é fácil, mas esta não é qualquer Cabra, esta é A Cabra, especial, única. A verdade é que Esta Cabra não se aluga. Não. Ela deixa-se alugar quando assim o entende. E cobra-nos algo único. Uma experiência. Uma experiência que enquanto existiu tempo nunca aconteceu e enquanto houver tempo nunca se voltará a repetir.

13 Biliões de anos atrás os átomos da Cabra e do Touro, animados por uma força invisível de atracão, instigam a revolução, explodem, iniciam o universo, criam estrelas, planetas, a terra, vida, os nossos antepassados, avós, pais, finalmente criam os nossos corpos, para que na última noite do ano de 2011 possam enfim saciar a fome criada por aquela longínqua atracção primordial.

31-12-2011, 21h
Tu, Cabra, que te dizias de uma cor, surpreendes-me com outra. Não me interessa a tua cor, por muito esforço que tivesse investido na Cabra calculada na minha mente, nunca teria conseguido atingir a perfeição da Cabra que surgia à minha frente. Fomos e degustamo-nos nas palavras e na comida e na bebida, fomos mais longe e deixamos que os nossos átomos saciassem a sua sede embalados pela música.

31-12-2011, 23h
Toco-te, tocas-me, o ambiente está animado e populado de estranhos rostos alegres. No entanto estamos sós, só te vejo a ti, Cabra, e tu só tens olhos para mim, dançamos juntos, trocamos fluidos, cheiros, sentimentos.

31-12-2011, 23.59h
Puxo-te para um canto menos populado e encosto-te à parede, olho-te nos olhos, gosto dos teus olhos de Cabra Gato. Mordes o lábio e puxas-me para mais um doce beijo. As minhas mãos encontram as tuas coxas quase por acaso, o teu vestido curto sobe tão facilmente. Lês-me os pensamentos, com os teus hábeis cascos de Cabra Lasciva libertas a tesão presa nas minhas calças. 10! O tempo pára. Seguras-me de mão cheia e encaminhas-me para dentro de ti, 9! Enterro-me em ti. Consigo sentir o teu sabor. És doce como mel e salgada como o mar, 8! Puxas-me mais para dentro de ti. Por um momento penso que me fundo em ti, 7! Sinto-te quente, a palpitar. Mordes-me a orelha e pedes mais... 6! Devoro-te és doce, és salgada, és viciante 5! As nossas línguas misturam-se, não sei dizer qual é touro e qual é cabra, 4! Deliciamo-nos, como se tivéssemos todo o tempo do mundo, 3! Já te disse que gosto de te sentir? Do teu toque, do teu sabor, do teu cheiro, 2! É me difícil conter, ainda falta a eternidade para a meia-noite e tu sabes-me tão bem, Cabra 1! Olho-te nos olhos, estão grandes, despertos, reflectem a tua tesão, a tua antecipação, 0! Encaixo-me como que para ficar para sempre dentro de ti e libertamo-nos em êxtase simultâneo, sussurras-me ao ouvido, “Amo-te”, culminar perfeito para esta Foda que começou no início dos tempos.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Rapariga Standby 3

Bateu sem ritmo, um descompasso a nó de mão glacial, o desconhecido tremendo fazia-se anunciar. Ela inspirou forte, lançou os fios de cabelos para trás das costas e fechou por momentos os olhos. Abriu a porta devagar para não se atraiçoar na pressa. Ele e Ela, olhos de regalo ao primário mirar. Respirar oprimo, partilharam o impulso num olá profundo, os sorrisos iluminaram-se, ele a contemplou, a um Miró a emoldurou, ela o admirou ao som de If I ever lose my faith in you, cantado a Sting. Entrou com afogo, agitado por dentro, constrangido por fora, um medo terrível de errar preencheu-lhe a intenção. Achou que falar do frio seria um excelente começo, mas percebeu o crasso, qual frio, queria no fundo abanar-se pelo calor que lhe subia pelo peito, pelas costas até à nuca, onde se sentiu suar, ela era linda e continuava sorridente, um sorriso anexo a um olhar mortífero que o atrapalhava. Vislumbrava-a altiva, segura e mordaz, aquela atitude percebera-se ao vê-lo inseguro, ele se desmembrou, não sabia se haveria de esconder as mãos ou mesmo todos os membros. Acalmou a ansiedade na oferta de um copo de vinho tinto. A cada trago de Poeira Douro relaxava pressentimentos e a conversa fluíra.

Sentaram-se na meticulosa mesa preparada, ao repasto atiçaram papilas, degustaram sabores e palavras ornamentadas e já no sofá prolongaram sinónimos e antónimos de quem escaldantes desejos tem. Enrolaram-se ali mesmo, naquele sofá rato, beijaram-se sôfregos, atrapalharam-se na mistura lasciva de tenções há muito aguardadas e caíram no chão que nem dois troncos cortados pela força de um machado. Iniciou o embuste aos trajes já repuxados e frouxos, lassos por tamanhos amassos, arrojaram os corpos sedentos pelas tábuas envernizadas e sucumbiram-se na larga cama de lençóis tenros. E beijaram-se sem tempo, sem termino imposto, beijaram-se, decaparam a saliva as peles pantanosas, beijaram-se e beberam-se, encharcaram-se de tesão na intenção do cume supremo... Mas não, não passou da confirmação, do susto que se previa, nada acontecia, ele não conseguia, a cama ali se perdia, morto ficou, vivo não voltou, transfigurou, sobre o ar de graça abatera-se a desgraça, sem graça alguma ela moralizou, haveria razões que a própria razão armada a certa desconhecia.

Lamentaram, levantaram esteira, sem eira nem beira. Talvez, quem sabe, talvez um outro dia.