
Gloria, a filha do motorista, fã incondicional de Isildinha, fazia tudo o que a sua musa ordenava.
- Glória, vá, fume este cigarrinho a meias!
- Mas, mas..., Isildinha você sabe que eu sou asmática!
- GLÓRIA FUME!!!
E sem mais desculpas Gloria fumava e cantava se solicitada, ainda que cantasse que nem uma coruja-barraqueira, dançava que nem uma gorda bêbeda e fazia de dama, dama de companhia a Isildinha mimada.
Certo dia de inverno frio e chuvoso as raparigas não podiam desbravar relva no jardim, assim recolheram-se ao quarto, ocultamente debaixo da alta cama de Isildinha. O fundo da cama estava forrado a desenhos, bocados de papel de embrulho, pastilhas elásticas mastigadas, recortes de jornais e revistas da moda, desejos escritos de "quando for mais velha", enfim, uma panóplia de colagens estonteantes. Ali estavam elas, liam um drama erótico, O último tango em Paris.
– Glória, gosto do imaginário de Bertolucci, esta coisa da vontade sexual por mulheres desconhecidas...
- Sim Isildinha, realmente é empolgante... (Glória inquieta no que dali viria)
- Podíamos ensaiar! Isilda empolgada, excitada com cenas que visionava no seu luxuoso imaginário.
- Ensaiar?!? Retorquiu Glória
- Aí Glória você é uma lesma pensante! Então você é a desconhecida e eu vou engata-la de forma a termos relações sexuais!
Glória empalidecera.
– Mas Isildinha acabo morta?
Isilda fechou o livro, enfadada responde à filha do motorista,
– Não sua pateta! Bem sabe que não gosto de finais trágicos! DISPA-SE! ACÇÃO!
Glória sem mais cogitações despiu-se apressada e fitou a imagem recortada de Bo Derek, nua em cima do cavalo, colada mesmo diante a seus olhos. Isildinha acompanhou no desnudar desvendando mais uma langerie do tempo em que sua avó tinha umas 20 primaveras.
Como era mais magra que Glória, por determinação montou-se no corpo voluptuoso de Glória que ficara mumificado de olhos esbugalhados na Bo Derek em esplendor domando o macho. Isildinha ensandecida no deleito daquele roliço corpo, remexia-se como louca. O suor nascia em pequenas gotículas no rosto de Glória que não despregava olho da Bo, e aquele ruçanço tornou-se magno, profano de bom sabor.
Glória desejou depois, mais de mil dias chuvosos e frios.
- Glória, vá, fume este cigarrinho a meias!
- Mas, mas..., Isildinha você sabe que eu sou asmática!
- GLÓRIA FUME!!!
E sem mais desculpas Gloria fumava e cantava se solicitada, ainda que cantasse que nem uma coruja-barraqueira, dançava que nem uma gorda bêbeda e fazia de dama, dama de companhia a Isildinha mimada.
Certo dia de inverno frio e chuvoso as raparigas não podiam desbravar relva no jardim, assim recolheram-se ao quarto, ocultamente debaixo da alta cama de Isildinha. O fundo da cama estava forrado a desenhos, bocados de papel de embrulho, pastilhas elásticas mastigadas, recortes de jornais e revistas da moda, desejos escritos de "quando for mais velha", enfim, uma panóplia de colagens estonteantes. Ali estavam elas, liam um drama erótico, O último tango em Paris.
– Glória, gosto do imaginário de Bertolucci, esta coisa da vontade sexual por mulheres desconhecidas...
- Sim Isildinha, realmente é empolgante... (Glória inquieta no que dali viria)
- Podíamos ensaiar! Isilda empolgada, excitada com cenas que visionava no seu luxuoso imaginário.
- Ensaiar?!? Retorquiu Glória
- Aí Glória você é uma lesma pensante! Então você é a desconhecida e eu vou engata-la de forma a termos relações sexuais!
Glória empalidecera.
– Mas Isildinha acabo morta?
Isilda fechou o livro, enfadada responde à filha do motorista,
– Não sua pateta! Bem sabe que não gosto de finais trágicos! DISPA-SE! ACÇÃO!
Glória sem mais cogitações despiu-se apressada e fitou a imagem recortada de Bo Derek, nua em cima do cavalo, colada mesmo diante a seus olhos. Isildinha acompanhou no desnudar desvendando mais uma langerie do tempo em que sua avó tinha umas 20 primaveras.
Como era mais magra que Glória, por determinação montou-se no corpo voluptuoso de Glória que ficara mumificado de olhos esbugalhados na Bo Derek em esplendor domando o macho. Isildinha ensandecida no deleito daquele roliço corpo, remexia-se como louca. O suor nascia em pequenas gotículas no rosto de Glória que não despregava olho da Bo, e aquele ruçanço tornou-se magno, profano de bom sabor.
Glória desejou depois, mais de mil dias chuvosos e frios.
já cá estive e já li este.
ResponderEliminarsoberbo! Como sempre!
ResponderEliminarAinda bem que regressaste em todo o teu esplendor!
Beijo reflexo,
hà sedes que nunca se matam,,,
ResponderEliminarassim como as vontades,,,
;)
beijo
como sempre é um prazer ler-te
ResponderEliminarbeijos onde te souberem melhor
João, bom saber que estiveste, espero-te por aqui. Bj
ResponderEliminarStarZona, regressei sim, no meu esplendor não sei, mas tento pelo menos ;-). Gosto-te
ELSOL, e matar a sede é tãoooo bommmm,...
Water, prazer é saber que me lês! Beijo cremoso
Querida Cabra,
ResponderEliminarNo teu melhor, sim. Deixei-te uma nova resposta, noutras paragens, onde gostei de te ver a ruminar.
Velhas ervas, que não são mais pasto :)
(Espero que te sintas em casa, asseguro-te que estás nas mãos de "Um Bom Pastor")!!!
Beijo meu em ti,
StarZona, eu estou em casa sempre que um simples gesto me faça sinta acarinhada e respeitada. Quanto "estar em boas mãos" eu gosto de escolher as mão! :-)
ResponderEliminarP.S. = e velhas ervas por vezes dão um bom chá.
Beijo aromático