Aqui, nesta montanha batem os primeiros matinais raios de sol e quando este desce e se apresenta o luar tem-se a sensação de que nada se apresentou diferente do que já foi, do que é ou que poderá vir a ser. Não espere nada, nem deslumbramento nem desilusão, não é essa a brancura que se pretende.
Anseie o nulo para que atinja o supremo início do tudo de novo.
Desde sempre
se lembrava de a conhecer. De vista, de sonhos, de ânsias, de cruzar em algum lugar. Achava sim, que a
conhecia, daquela ou de outra vida. Mas conhecia, afirmaria, com quase toda a
certeza que enganado não estaria. Ainda assim, deparou-se na questão, seria justo se afinal não a conhecesse? Não, não! Tinha a certeza que a
conhecia! E ali a tinha, parada à
sua frente com um ligeiro sorriso nos lábios e um olhar vago, esperando por
saber o que aquele lhe queria,
-Sim? Diga?
-(...)
-Bom, se não se importa solte-me o braço... tenho de seguir.
Como pode, ela não me conhece... pensou, desesperou. Como?! Sempre
a conheci, sempre a quis, sempre a
desejei, sempre a ...
Aliviou a mão, ela o olhou, ainda que com desinteresse, e apressou-se
na corrida. Entrou no elétrico que partiu de seguida.
Hoje acordei molhada
por ti na esperança de me deitar já húmida contigo. No fundo tu fazes sentido. Dás-me dedicação solvida
em tesão. Roubas-me a atenção, obrigas-me a desejar-te. Como te odeio,
renego este prazer vazio, este sentido vadio. Fazes-me esperar por ti como quem
olha aguardando um alguém. E seres o anónimo suspeito que és. Quanto te odeio!
Quilos de desilusão por não saber quantos são. Serás tu um só a servir um só
coração? Ou serás para tantas outras então?
Ouve anónimo,
dás-me tesão!
Vago anseio,
carregado de toda a razão, afinal também és solução, és afago e perdão. Quem
sabe alguma paixão. És desprezo por tua existência, és sorrisos cínicos com
certeza, és falta de olhares
cerrados ou abraços apertados. Quanto te abomino! Quanto és de fascínio.
Assolas o estar, violas o ser. És mesmo obscuro falhado, mistério falado, post
partilhado.
Escuta bem
anónimo, dás-me tesão!
Esta espera é
sem fim, não sei quanto tempo foi, quanto será por inventar, não sei se de
noites deixas ou de dias enches, és abandono que nunca vai, és volume que nunca
sai! Tens formato em mancha escrita, desconhecido que acorda quem nunca
adormece, durante uma guerra sem luta. Deixa rasas feridas, onde nada há para
desinfectar. Quanto te detesto! E nem por isso te desmistifico. Serás o que eu
quero ou o que eu preciso?
poderia escrever, vão-se foder,
mas não me ficaria bem, logo não escrevi, ignorem por favor. Hoje, como muitos outros
dias, a dedicação ao que quer que seja não me chega. Vão-se foder, diria o Luís
que honra qualquer palavrão e ainda se ri dele mesmo. E eu? eu o que quero mesmo é
rir de mim e de todos. Sim de ti também que não te conheço ...e não me encham a
tola com coisas pouco importantes, nem em forma nem em estilo! Vai daí que não
têm mais que fazer? Eu não tenho! E só quero rir-me disso...
(Este Post foi criado para um blogue que é de todos os que se atreverem a dar-lhe vida pela continuidade. Foi escrito ao sabor criativo de um número como título, o 60. Será publicado no blogue "E aí vai ele"- ofereco-te-este-blog )
Pensava como seria aos 60, estava agora com 40, via-se a meio de um
livro escrito. Não cogitava se estaria bem ou mal lavrado, sua bíblia
redigida era uma catástrofe de alegrias e mais umas avalanches de tristezas oprimidas. Como
seria aos 60...
Apagou a luz do pequeno candeeiro de quarto, e a escuridão era clara, o
coração bateu em compasso nervoso e a cabeça iniciou a fervura de uma panela de
pressão. Enrolou-se aos lençóis que depressa iriam aquecer e falou baixinho, “como vou eu amar?, como vou eu amar??? deita-te comigo medo, mas não
me contes mais mentiras, fica somente aqui perto, encaixa-te no meu corpo, bem
sabes que não sei viver sem ti, não sei viver sem ti... mas não me ampares
porque não será desta a minha queda, não vês? Estamos nesta cama, e tu estás
agora envolto neste corpo por amar.”
E o medo respondeu-lhe,
“não consigo fazer-te amar, se a mim que sou o teu medo me fizeres
acreditar. Aqui, no escuro, este reino e domínio é meu, se bem queres, aqui
consigo fazer-te desejar, aqui no sombrio tenho o poder de a ninguém desprezar.
Fecha os meus olhos e eu verei esse teu querer, este que te sinto agora neste
abraço que sufoca. Conto-te que o amanhecer virá, dar-te-ei o que julgas certo,
na que será claridade pardacenta. E na boa luminosidade nunca desistas desse lutar, desse
saber se se sabe amar. Depois desistirei de ti e de te aconchegar, como agora, com a
nova luz quase a chegar. Pois tão cedo eu não vou voltar, nestas últimas horas de luar.
Shiuuu o sol vai raiar e eu vou fazer-te sossegar.”
As mãos do
médico acariciavam-lhe o rosto, aliviando a pressão exercida. A boca doía-lhe.
Havia mais de uma hora que estava deitada na cadeira do dentista.
Não sentia qualquer
poro do rosto atordoado, julgou eternizar daquele jeito, de maxilares arregalados, divagou na
idiotice. Mas tentou concentrar-se no tratamento, e nele, no médico que lhe
cozinhava a boca. Fantasiou no anseio do que se propunha o arranjador de bocas,
talvez não só à recauchutagem de dentes, como quem sabe a de um coração.
Tamanha era a
ternura e carícia sobre o seu rosto, que lhe alteou os desejos despertos sobre
a dormência e viajou à velocidade da broca.
O médico alvitraria
a extracção, envolvia-se a tão árdua tarefa, de forma delicada e perfeita e
continuava massajando-lhe a face.
As horas
decorreram, as doses de anestesia acresciam e desciam-lhe pelo corpo até ao
umbigo. Uma formosa dor suave chegou, um palpitar formigante até às coxas, um
aperto, um cobiço, uma vontade e cerrou o olhar.
A mão
entusiasta não cedera na massajem sobre a pele adormentada, e alentada arriscou-se
vagarosa na descida, abandonou o rosto e encontrou um pescoço fervente que
apurava um odor ardente. Ele soltou um plácido gemido. Que lívido estado o
dele, não se segurou na vontade. Os lábios latejantes acompanharam a mão, e beijou-a,
beijou atrás da orelha, arquejou até ao peito recortado pelo decote avassalador. Ofegou-lhe calor, soprou um
vendaval cálido pelo rio dos seus seios e brotou-lhe água salivante,
humedeceu-lhe as montanhas e plantou-lhe a tesão. Percorreu-lhe o corpo com
dedos vagos, sabendo já o destino certo e desceu meloso, aquela mão vertiginosa
que se encobria por debaixo do vestido sedoso e avizinhava-se nas cuecas
rendadas.
Encontrou uma
vagina palpitante que transbordava do que lhe escorria entre as mamas, deslizava
um regueiro suado com aroma a amantes rubros. Dedilhou-a como a uma flauta
encantada e penetrou-a fundo com o mesmo encanto que lhe fizera no rosto. Um trauteio melódico e apaziguador de
qualquer dor. Dos olhos dela, chovia agora lágrimas lívidas de prazer que ele
as bebera como se dela tudo fosse dele. E sussurrou-lhe inteirado ao ouvido,
“és minha”...
- Olha Dália, com este
calorminetou
que quebrou! Sim, sim eram quatro da tarde estava o Gonçalo a fazer-me um
minete, soube-me pela vida eolha estou sem remorsos!ZERO, zero de remorsos! Não
me vou dar ao luxo de sofrer por um Amonas!
- podes crer, Amona, é nome
perfeito para o gajo Carla!
- ...é super frio e distante
e o Gonçalo faz-me uns minetes...e deseja-me, elogia-me...
- pois, é a melhor forma
de deixar uma gaja caidinha!
- ...diz o que eu gosto de
ouvir e preciso! Agora o Amona nem faço mais um caralho por ele, quando ele quiser, é se eu estiver!!!
- olha levou como traição com um minete na tola!!!
(Ahahahah)
- podes crer, será que um
minete conta como traição???ou é só meio corno? ...com a intensidade que me
vim! só pode contar!quero que conte Dália!!!
- és o mais puro deserto de emoção amiga, és muita século XXI!
Como se de um
inverno duro se tratasse, subia as escadas com o corpo a tremer, acusado por um nervosismo encharcado. Subia as escadas ciente de uma violação programada,
as pernas doíam, igual a quem veio de uma audição que nunca fora ensaiada. A
mente embriagada, exausta de um medo embaraçado. A meio da escada pensou
baldar-se, numa luta frustrada, num pensamento gamado, ingrato e acanhado. Só
lhe via as costas, naquele subir dengoso, que costas eram as dela, suave aquele
subir, desejado e balançado, que o pensamento fora-lhe extraviado. A porta
abriu, um rodar lento de canhão, um som igual a um só pulmão. Entrou. Olhou,
olhar vago, regalado, mas tão pouco disfarçado. O coração acelerado num medo
profundamente instalado. Agarraram-se desejosos, ávidos do que foi um dia
imaginado, sobre um querer recreado. Colaram como quem lambe envelopes a serem
selados e depois decorados por selos despido a nu, já meio avistados.
Os mais de
mil beijos apressados, medo que lhes fossem roubados, os corações atormentados
num reboliço tão cobiçado. Tão apertados... emaranhados, ela sobe, sobe por
ele, um corpo alto em físico latejado, sobe por ele e enrola as suas pernas.
Obstinados nas bocas que beijam excitados e despem. Despem a pouca roupa,
rasgam os medos como quem arranca a pele e nasce ali um todo querer num tudo
ambicionado. E anda ele, pequenos passos com ela pendurada, ela amada. E mais
longe não será, e é tão real, tão contente numa queda boa, sobre um perfeito
corpo anunciado, num colchão sonhado. Cai sobre ela, na cama larga o peso do
seu corpo entesado.
Da janela do
quarto da cidade um calor que abrasa, derrete os corpos despidos de
inquietação, desliza e afaga os de outrora apetites anunciados. Cai sobre ela,
o peso dum corpo ansiado, inaugura a viagem de sentidos, todos os medos ali já
perdidos.
Lasciva,
impaciente, engole todas as pingas de sobra, as que caem dos beijos libertinos,
ama a luxúria da pele lustrosa, afável e cheirosa. Ele, esconde os olhos, parte
em show matiz, avança e lidera, desenha rubro num rosto e sorri.
Enrolam,
afagam amassam e esticam um tesão gritante. Prévias vadias, apetites
impetuosos... e gemem, invadem sem aviso num lar apetecido. Mareiam gloriosos, é
um lago, é um mar com pronuncia de enorme
e carpem por um não mais findar. E ficam, ficam, ficam...
Os mais de mil beijos apressados, medo que lhes fossem roubados, os corações atormentados num reboliço tão cobiçado. Tão apertados... emaranhados, ela sobe, sobe por ele, um corpo alto em físico latejado, sobe por ele e enrola as suas pernas. Obstinados nas bocas que beijam excitados e despem. Despem a pouca roupa, rasgam os medos como quem arranca a pele e nasce ali um todo querer num tudo ambicionado. E anda ele, pequenos passos com ela pendurada, ela amada. E mais longe não será, e é tão real, tão contente numa queda boa, sobre um perfeito corpo anunciado, num colchão sonhado. Caí sobre ela, na cama larga o peso do seu corpo entesado. (continua)
Como se de um inverno duro se tratasse, subia as escadas com o corpo a tremer, acusado por num nervosismo encharcado.
Subia as escadas ciente de uma violação programada, as pernas doíam, igual a quem veio de uma audição que nunca fora ensaiada. A mente embriagada, exausta de um medo embaraçado. A meio da escada pensou baldar-se, numa luta frustrada, num pensamento gamado, ingrato e acanhado. Só lhe via as costas, naquele subir dengoso, que costas eram as dela, suave aquele subir, desejado e balançado, que o pensamento fora-lhe extraviado.
A porta abriu, um rodar lento de canhão, um som igual a um só pulmão. Entrou.
Olhou, olhar vago, regalado, mas tão pouco disfarçado. O coração acelerado num medo profundamente instalado.
Agarraram-se desejosos, ávidos do que foi um dia imaginado, sobre um querer recreado. Colaram como quem lambe envelopes a serem selados e depois decorados por selos despido a nu, já meio avistados.
(continua)
Quem é ela,
quantas são ela? Cogitava ele entre o deslize das suas mãos grandes, seguras e
fortes pelo corpo quente dela. Será mil ou uma só quebrada em tantas. Quem é
ela perguntava... as mãos ouviam melhor do que ouvidos recheados a todas as
palavras e ao que elas lhe podiam contar. Quem é ela questionava... no fundo sem
querer saber. Não por medo, não por respeito, naquela pele afigurava o que
era, era uma cortina fina que esvoaçava violenta, por portadas arrancadas a uma
janela num sopro profundo, profano e revelador. Quem é ela? Uma? Meia dúzia?
Quem é ela pensava... sabia, sempre soubera quem era, dizer para quê, dizer
porquê, as palavras não eram necessárias. Sim, sempre soubera, só a
esperou por todas as de mais de mil vidas que passou, e a esperou. Tranquilo
continua à espera, com um olhar breve sobre um céu cobiçado por nuvens a passar.
Quem é?
O verão
fizera-se defunto, o sol já não pairava sobre ele e nela já não brilhava a luz
de costume.
Sabia que os
dias se tornariam mais pequenos, tal como o esquecimento, mas os pensamentos do
que foi, ainda a povoava, pairava-lhe como um abutre sobre um corpo quente,
caído na areia de um deserto.
Ali já nada
se respirava, nada ali crescia, era uma imagem vaga do que fora algo meio
esquecido.
Ansiava por
uma tempestade molhada, que lhe encharcasse a nuca agastada, a brasa dos dias
de verão queimara-lhe a alma, embaçara-lhe o corpo que ainda mexia, o dela. Porque ele morrera. Ele
morrera...
A custo, enrolou
o cadáver transfigurado de verão,ele era possante, outrora vigoroso. Enrolou-o e deixou-o sobre a cama
vazia, afinal não passava do que era, um morto como qualquer outro, um físico
que o deixou de ser. Ele estava morto. Morto...
Enfiou os
chinelos e saiu para a rua, no corpo só levava a camisa fina com que passara a
noite com ele. O vento roçava-lhe na pele trazendo um aroma difuso do que foi
um dia cheiro dele. E chegara-lhe a calma.
Cruzou todas
as ruas de pó, as que a levavam a um destino certo, os pés envolviam-se com a poeira,
travavam conhecimento de passagem. E as outras, a miravam com desconfiança, aquelas que se encontravam à
janela a ver o tempo passar, debruçadas no quadrado, de costas voltadas aos
lares esquecidos.
Atravessou a
última estrada, descalçou os chinelos à chegada e entregou o pó ocre que
transportava à areia daquela praia, e ali se fizeram logo casal. Caminhou
tranquila até ao mar, as pequenas ondas insistentemente desfaziam-se na areia,
sem nunca desistirem por todas as tentativas de nunca se quebrarem. E os pés se
molharam de água cristalina e avançou, avançou entregando o corpo a uma paz
temperada a sal, a sabor e a cor. O corpo estremecia confundido entre uma
dormência e um prazer. Encharcara-se e envolvera-se, fechou os olhos e avançou,
avançou, cobrindo-se por um manto infinito azul e avançou, avançou, os pés
perderam a fina areia que calcava e o corpo livre flutuou.
Maio já não o tem e o cheiro da sardinha ainda não se impõe.
Sem "R" chega ela, boa e linda, a sardinha. A C@bra ama-a! Tem-na como amante numa qualquer esplanada de praia, sendo que, se dedicará a ela, só a ela.
O calor, a areia da praia e o mar, o mar... levam-me a virar costas a este pasto dos dias ventosos de outono, dos de arrepio de inverno e aos coloridos da primavera.
O meu verão chegou.
Com sorriso aberto vou-me a ele, a um verão meigo, vou-me a ela, a uma sardinha apetecível.
Voltarei, quem sabe num mês com "R", até lá deixo um beijo a todos os meus leitores e este bom som, a vós:
"Passam os dias, os anos, crescemos sem pedir, amadurecemos como limões agarrados ao limoeiro, carregados de palavras e ações azedas. Já não era aquela e tu o aquele e mais ninguém chegou para nos apanhar à árvore, haviam demasiados limões e só no verão se fazem limonadas. Vieram invernos, ficámos verdes pelo frio e amarelecemos à luz dos seguintes verões. Quero-te, sabes que sim, vamos fazer limonadas. Sei... apesar do calor, ainda não é verão!"
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Ainda há, de verdade?
Há?
Não se po...
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