Aqui, nesta montanha batem os primeiros matinais raios de sol e quando este desce e se apresenta o luar tem-se a sensação de que nada se apresentou diferente do que já foi, do que é ou que poderá vir a ser. Não espere nada, nem deslumbramento nem desilusão, não é essa a brancura que se pretende.
Anseie o nulo para que atinja o supremo início do tudo de novo.
Abro a caixa de latão e só
as cartas da EDP e da EPAL a encantar os meus dias. Com maior sorte, alguma conta a pagar ao Estado, que fico eu cá num estado...
Ontem recebi, não pela forma tradicional é certo, mas de igual forma potente, palavras que roubam a totalidade das minhas, tem dias assim... obrigada.
a Carta,
“poder tocar-te por momentos
através da sinceridade de minhas palavras.
Sinto-me levado pelo teu belo recanto para trilhos de gloriosa satisfação. Não
quero passar uma imagem de tarado, banal depravado que abunda pelos obscuros recantos
blogosféricos. Apenas encontrei esta forma, para ser mais pessoal no
agradecimento pela existência do teu espaço. Revejo-me no teu blogue, pois
construi o meu como refúgio terapêutico no qual faço uma purgação de meus
desejos, fantasias e prazeres.
Procuro manifestações do
Belo. Da sensibilidade em estado puro, sem redes artificiais, sem tabus,
desbravadas. Daí conectar-me contigo e teu delicioso espaço. Visito esse
aconchegante local como forma de iluminar meus dias e acredita, sempre que
agora vejo um post teu sorrio. Agradeço-te, pois inundas o meu dia, sem te
aperceberes de tal. E se alguma vez te sentires mal, lembra-te que existe
sempre alguém que sorri graças a ti. Isso é algo perfeito e avassaladoramente
purificador.
És presença no meu quotidiano actual, mesmo quando não publicas nada, sorvo
palavras que derramaste por lá. Despeço-me então de mansinho, agradecendo o
pequeno espaço de tempo que concedes para me ler (se o fizeres).
Aqui estarei zelando pela
tua presença num pedestal que alguém que tem essa sensibilidade merece.
Despeço-me com uma vénia de veneração, depositando um beijo em ti.
Numa cama surda, sobre a nudez dela, ele afigura um ar distante. Ilude a ausência
premeditada, aparenta um conforto familiar, não sendo mais que um disfarce a um desalento
conhecido.
Ela, sem artimanhas no argumento, beija-lhe o tronco já despido. Abre
o cinto e desflora os botão das calças que escorregam céleres, descobrindo um falo
pujante e atrevidamente desprotegido. Não usa cuecas.
O corpo dele
deixa-se cair sobre o dela e enterraram-se os dois no flácido colchão. As calças
ao fundo das pernas travam-lhe os movimentos, mas com a ajuda dos pés femininos,
acabam caídas ao abandono no chão.
Livres de discurso,
enrolam-se amortecidos depois da queda naquele metro e meio de largo. Como quem anseia
por folhas brancas onde escrever, ela, inquieta e emagrecida por leitos anteriores, verte ávida de prazer. Ele,
tímido assumido, intimida o seu próprio intuito, prende-se em mistérios, desespera por
algo que não quer igual, que se quer sim diferente dum só propósito desejo. E correm o
corpo um do outro, como quem bebe água gelada em dia de escalda e se lambuza em fatias de meloa fresca. Numa pressa
sem esperar fim, amam os territórios da pele, beijam, lambem cada poro atento,
que se faz explodir em gotículas
de amor salgado. Jorram aromas adocicados num sexo cobiçado.
E a música da
vizinhança, encobre os gemidos. Lamentos lavrados a preliminares lânguidos. E ele
sorve com perícia o sexo dela, recheia-a de beijos abafados e ventos suaves. E
num reboliço muda a direção e ela mete-lo todo na boca, uma boca fervente... ele
estica-se esguio, como quem tem cãibras.
Os sexos latejam
em clamor à entrada e sem mais esperas penetram. Sustêm a respiração, param o tempo, ali se olham, um olhar colado, revelado da mais pura das vontades, um crepitar de algum querer falado, um dizer que se sabe desejado.
Libidinosos, os corpos
encaixados, suavemente balançados procuram o cume do presente do futuro e de algum passado. O prazer, esse vem jorrado, brilha jubilo de beleza e encanto... cerram os dentes e fecham o olhar, sussurram encostados,
és bom Peter,
és boa Sininho,
Assinou. Discreto no saber, confessa aquele solitário colchão falante, lá naquela cama, naquele país de Nunca.
Maria Hemércia Assunção, cozinheira, estava perto de completar 50 anos e em nada se sentia de quase meio século.
Mulher vivida que nunca deixara nada por fazer. A família era pouca, ou quase nenhuma, os amigos de longe não eram demais.
Honrava pagamentos, era educada, trabalhava sempre inspirada.
Alegre, sorridente, boa gente, grande falante e confidente a todas as bocas que de seus ouvidos lhe faziam enchidos. Cansada, sim, ali a sua idade pesava.
E enquanto envolvia a colher de pau em mais um panelão de arroz de berbigão, já tinha ela toda a solução, chá e poção, para todas as emaranhas do coração.
Hemérciaaaaa, chamava o seu colega João, enquanto ia pôr lixo no saguão.
Hemérciaaaaa que faço eu a meu irmão? É um engatatão, trai a mulher e a mim que sou seu irmão!
Como o trai a si, sr. João?
Então o cabrão, até pela minha Francisca tem tesão!
E Hemércia confinava resolução, apimentava a situação, argumentava e solucionava e João satisfeito beijava-lhe a mão.
Hemérciaaaa, alarmava o seu patrão.
Diga senhor?
Hemérciaaaa, que faço eu, que nem dinheiro há para pagar sequer o vosso pão!
Ai patrão, isso é que não! E Hemércia com sua educação, roubava um pouco mais de conduto a cada refeição e o seu patrão quase ajoelhava e lânguido beijava-lhe a mão.
No final de cada noite, dando fim a pratos e repastos, sentado à porta da tasca, ouvia o mendigo, já dado como seu irmão... Hemércia dá só mais um tostão. E Hemércia esticava o braço, deitava-lhe uma moeda na caixa de latão, ouvia o tilintar e o repenicar do beijo na mão.
Estava cansada, por vezes triste até, só ela é que não tinha situação. Sofria de todos os males da solidão, e à noite, deitada no seu estreito colchão, era mais uma, que no final sentia afeição, num beijar com fé, o teto da sua mão.
Como sou uma c@bra @rtista (para quem não sabia passa a saber), vou promover uma atividade intitulada "tens pinta?" Consta na aquisição de fotos pessoais da vossa melhor pinta corporal. Ou seja, cada qual, com o SEU sinal, no local do corpo que acha mais sensual. Enviam a foto para o email da cabra, este: cabrabranca@gmail.com, com o nome do vosso blogue. A votação será feita pelos seguidores, a foto mais comentada será a vencedora. Se não tens pinta... pinta uma! Público alvo: TODOS Objetivo : mostrar o quanto somos belos sem tratamentos de imagem! Propósito : porque sim! Fim: Brincar e sorrir! No Finalmente: Se a adesão for considerável e todos estiverem de acordo, serão todas as fotografias reproduzidas e expostas em uma galeria conceituada da nossa praça,
espero que participem com entusiasmo, eu mereço tá! Abertura: Agora! Conclusão:13 de Maio de 2012
POR FAVOR divulguem esta atividade pelos vossos blogues Obrigada
Apanhei-te num sítio onde já não sei onde fica. As mensagens e os telefonemas feitos até ao momento faziam adivinhar o todo desejo que estava latente, pronto a explodir.
Entras-te no carro, olhámo-nos, não foi proferida nenhuma palavra, não era preciso.
Andámos alguns, poucos ou muitos, não sei precisar quantos km, e as tuas mãos chegaram a mim, teimosas em fazer o que tu no teu bom senso jamais farias. E a minha mão louca, tocou-te também, com desejo e conduzir tornara-se difícil.
Parei. Uma vez mais perdido, rendido naquele escuro... a chuva batia tensa no carro, um barulho ensurdecedor, mas eu ouvi, ouvia a tua respiração, o bater do teu coração, ouvi, ouvia o som do teu desejo intenso por muito disfarçado ser.
Olhámo-nos, os nossos lábios tocaram-se suavemente, um doce gosto fez o tempo parar para nós... já não havia chuva, nem noite, só nós, só nós dois éramos um só.
Um beijo demorado que soldou-se sôfrego, e como numa dança que muda de ritmo, o teu comando desapareceu. O desejo tomou-te conta das mãos, das tuas e das minhas que perderam o limite. Dedilhei sem tempo cada centímetro desse teu corpo, eras fonte a transbordar à entrada dos meus dedos, contraíste o corpo, moldaste e encaixaste, envolveste a tua mão na minha nuca e começaste a dançar, movimentos contínuos e circulares e os meus dedos dentro de ti. Os meus lábios ciumentos percorrem o teu pescoço, encontraram os teus mamilos e entre beijos e mordidas meigas, sinto-te estremecer, arrepiada em convulsão de prazer. Desço-te, onde tinha a boca dou lugar à minha mão que brinca nas tuas mamas... Desço mais e a minha língua sedenta encontra os teus grandes lábios, chupo-os, sorvo-os como a um néctar divino, olho-te e tenho uma visão deslumbrante, vejo-te perdida sem controle, os teus gemidos mudos são música para os meus ouvidos, oiço nitidamente carmima burana, um espectáculo só para mim... afundo-te a minha língua, brinco com o teu clítoris e sinto-te explodir. Delicio-me a ver-te assim, já sem forças a abraçares-me.
Quietos. Mais uma vez o tempo parou.. era noite e continuava a chover.
Sem dizer palavra despedimo-nos da tua noite, a só tua noite de prazer.
Depois do desafio anterior, quem tinha afinal alguma curiosidade sobre a Cabra, que se tenha lambido de consolação. Afinal a Cabra não passa mesmo do que é, Cabra. Mas hoje é noite de ser “diferente”, mudo-lhe uma simples vogal, cansada do “a”, enfio-me dentro de um “o”! Feitas as contas, de cAbra passo a cObra, julgo ser muito interessante e para vós, sim, já vos sinto vibrantes! Certa porém, de que não abandono o meu lustroso e macio pêlo branco, não! Hoje visto-me de pele de cobra, ei-la luzidia e escorregadia. Hoje é com língua de cascavel. Hoje! Não se cansem nestas linhas, elas vão se alongar e tudo o que cheira a muita letra junta dá sono e canseira, contudo acredito que conseguirei captar a vossa atenção. E obrigada desde já, por terem chegado até aqui! Blogues, são casas sem paredes, sem tectos, sem uma singela porta que possamos bater e pedir licença para entrar, a medo ainda ficamos na espera de quem nos possa vir atender. Nos blogues não há senhoras das que emprenham revistas de foro religioso a ficarem à porta ou a serem enxotadas, despachadas com a mais pura das mentiras “tenho a casa a arder, agora não posso!” ou “tenho o bebé a vomitar, lamento mas não posso!”. Quando se dá conta não se está numa dessas casas mas já se entrou na aldeia toda! E nesta aldeia da blogosfera, na qual eu montei a minha montanha e que é povoada não só pela Cabra que sou, mas por todas as Cabras e Bodes que aqui igualmente vêm ruminar, encontro-me fiel a vós com todos os estados de alma e de graça que me vão caracterizando. Tal como o amanhecer, mesmo nos dias cinzentos temos a certeza que o sol não se esqueceu de acordar. Vai para dois anos e meio que subi pela primeira vez esta escarpa e fui encontrando pessoas maravilhosas e tal como as casas sem paredes, estas pessoas desta aldeia são desprovidas de pele, irrelevante quais vogais aqui se imponham para as conotar! Não têm conotação, não importa ter! São pessoas. A algumas lhes vi a estrutura, outras só as imaginei. Todas têm a sua cor o seu cheiro e o seu encanto. E só falo das que vieram sempre por bem, porque até hoje, posso gabar-me de que na mesa deste pasto só se sentaram, e continuaram a sentar, as melhores flores do prado. E grandes repastos se ruminam aqui! E como em toda a grande festa, não se quer a toalha limpa e houvera também nódoa lânguida que tivera o prazer de se impor à sua presença! Sem esquecer ilustre, como todo o blogue que se preze, tem-se o anónimo de estimação. E o meu? O meu, ainda que periodicamente me dedique alguma atenção, nutro grande amor platónico por ele! Mas afinal o que me entristece? Sim, tanta dedicação nesta lenga lenga... pois que são, casas com falsas paredes, a verdade é essa, blogues que se dizem escritos a mulher e que não passam de homens curiosos ou mal formados, já nem sei. Entristece-me um blogger enlaçado a policia à paisana, um blogger voyeurista, um blogger contrabandistas, um velhaco blogger! Bom, entristece-me... ou não, porque os olhos aqui são sempre mais que o dobro e as orelhas igualmente, já as “bocas”, essas aqui por vezes estão como as das cAbras, por outras, com línguas altamente afiadas como as das cObras!
e agora vou pensar numa lua, uma história e um segredo...
Assim se passou, a campainha tocou. Desesperava no aborrecimento de tantas horas perdidas à espera. Verdade se diga o tempo não está para isso, para estas esperas, estes impasses... Suando em eco na claraboia do prédio, os passos eram fortes e firmes ao subirem a escadas... Imaginava-o esticado no chão da minha cozinha... Qual barrigudo, qual bigode farfalhudo, qual corpo mal banhado... A figura era ela,
boa figura!
gostei dela, empresas de prestação de serviços tem destas coisas, sempre uma surpresa.
Cairás na rede... beijando-te os olhos claros, engano-os numa fita negra, envolvo-os na escuridão. Lambo-te a orelha, sussurro caprichos, baixo beijos, carrego-te os lábios. E dou um nó... desligo-te a luz solar... Aperto, confiante dos sentir vendados, esses olhos amados, as orelhas segredadas e os beijos escorregados por esse teu corpo minado.
Devagar...
e não foges, confias ânsias, dás entregas e esperanças. Serás enlaçado num final número um.
“Querido você não vê?... Estou-te chamando... (Sou) arma tóxica, estou derretendo... Com o sabor de um paraíso de veneno... (ficou) tarde... para me livrar de você. Dou um gole no copo do demónio Com o sabor dos (meus) lábios entro numa viagem... Com o sabor a um paraíso, de veneno... Intoxique-me agora, Com o seu amor, (Com o seu veneno) Intoxique-me agora. Agora”
Olá, chegada agora do meu segundo trabalho, sim porque uma Cabra licenciada em tudo, nem só de vender corpo a pequenos aprendizes é feliz a pagar contas! E dizia eu, olá, Olá, venho assim indignada, diga-mos que, extasiada pela estupidez, envolta em papelotes amargos de estupefação! Talvez esclarecida ou mesmo quase, quase convencida de que os homens perderam todo o seu sex appeal! Declarando sem mais rodeios as palavras de minha outra amiga Cabra “tu tens uma malha muito larga!” Nem mesmo com a malha que uso, que sim passam tubarões!, aguento grosseirisse de certa camada "machal". Armado a graçolas ou metido ao pingarelho o jeitoso: Vejamos; - Olhe traga-me o picante! (se faz favor????? NADA!) demorei, nada de pressas (para quem não sabe ser educado) - Olhe lá, o picante? - Desculpe, peço desculpa. - Não quero desculpa, quero picante! Veio o picante... - Olhe, traga-me também uma coisa dessas para eu beber aquilo! - Quer um copo para beber chá, é isso? - É, é, é isso! Veio o copo com uma colher de chá . - Olhe (este olhe subia-me o pelo) para qué isso? (Elevando na mão a colher de chá) - Bom, se arma não é, calculo que seja uma colher para encher de açúcar e mexer o seu chá! Pergunto; Mas o que é isto pá????
Sinner, SEM te saberes conhecedor de um suposto prémio, foste o número CEM dos seguidores da Cabra Branca. A Cabra é uma querida e surge-lhe assim ofertas surpresa! Será o que TU quiseres... Terás tu desejo de tal presente? mas... (existe sempre um safado "mas") pergunto à audiência sabedora deste blogue, se serás merecedor de 100 desejos ou Sem desejo algum. Está na mão deles a tua sorte, sempre podes "meter cunhas"!
a teu desejo deixa claro o que pretendes usufruir enquanto sorteado. ...e Boa e deliciosa viagem!!!
Sem chegar ao culminar da excitação, deu um só leve gemido em fase platô. Despertara serenamente, sentindo a sua pele escorregadia pela humidade intensa do banho. Foi abrindo os olhos lentamente, na mão viu abrigar-se o seu genital ainda palpitante de cio. O que sentiu dependeu do que procurou naquele breve descansar. Levantou-se e abandonou o banho turco.
Já perto das cabines do duche apercebera-se que afinal ainda um deles cantava a melodia da chuva. Entrou no do lado para finalmente se banhar. Encheu as mãos de gel duche e afagou-se com apetite, cadenciadas pingas de água temperada a beijarem-lhe o couro, massajando-o com vontade. Entregava-se assim aquela água, alagando a boca, saciando a secura que o consumia. Lavava tudo. E tudo escoava pelos seus pêlos escorridos, alguns já caídos, abandonavam-no assim, supérfluos ao seu ser pelos riachos que abraçavam outros caudais vindos do outro lado do vidro fumado, baldavam-se juntos pelo cano, por de baixo das pequenas nuvens de espuma.
Atento ao vidro, fixou o vulto vizinho, apreciou, tocava-se, sim, assim lhe parecia o fulano, um ritmado movimento que abrasava alento com entusiasmo amásio. Mirar excitante aquele, afogueava-lhe o olhar. O vizinho sabia-o a admirar e poliu furor no dar, uma cumplicidade brava, um acumular de tremor, que não dera espaço nem tempo, sem reflexão, sem consentimento, o vulto a sua cabine desonrou. Penetrou, ali agora sem fronteira transparente, sem alheia suposição, os dois num perfeito contemplar em anseios de elevar. Um vulto tornado nítido, um assaltante libertino, um verdadeiro desatino. O gatuno sem pressa, percorreu todos os poros que lambeu, abocanhou e sorvou. Que subiu e desceu por ele, acendeu todos os sentidos, alcançou,deslumbrou e aturdiu.
O meliante saiu e o homem das calças amarelas ficou. Sossegou uns minutos, repousou sobre os azulejos lilases do duche. Um sorriso inaugurado nos lábio e uma vontade diferente num rosto agora engraçado. Enrolou-se à toalha e saiu da cabine. Abriu o cacifo, vestiu-se e enfiou toda a tralha usada no saco.
Passou pela recepção, olhou de soslaio a rapariga que fechava as contas do dia, nem boa noite lhe bolçou, subiu os degraus que o levavam à saída em corrida apressada e cruzou-se com o invasor. Estava encostado à porta, como quem espera alguém. Um sorriso partilhado e a caminho do seu carro ainda ouviu:
- Vamos amor?! Podes fechar, já não há mais ninguém no ginásio.
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Ainda há, de verdade?
Há?
Não se po...
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