domingo, 25 de julho de 2010
Brinde ao broche
sábado, 24 de julho de 2010
"Fode-me, porra!"
quinta-feira, 8 de julho de 2010
19ª Consulta
Olá Cabra(sem ofensa).
Tomei conhecimento sobre a sua consulta num almoço entre colegas. Sem deixar transparecer o meu interesse, questionei-me:"ela poderá ajudar-me?". Não confiando em amigos ou colegas, é uma alternativa!
Estou com um dilema sobre o qual gostaria de obter a sua opinião.
Tendo por marido um homem que só faz(raro) sexo às escuras e por debaixo dos lençóis, apaixonei-me por um colega de profissão. Começou por ser uma troca de olhares, mais tarde carícias inocentes pontuadas por beijos, acabou em sexo hard condimentado com jogos a que já ouvi chamar role play.
O "Mário" gosta de fazer de médico. Talvez por não ter tido nota para entrar em medicina, começou por vestir bata branca sem outra roupa por debaixo durante as relações, em que me exigia que me fizesse de doente em consulta de que ele abusava.
Mais tarde comprou um estetoscópio que me introduzia na vagina para medir as pulsações, enquanto ao ritmo destas se masturbava...até aqui tudo bem, o pior veio depois, só me possui depois de me engessar as pernas.....gesso que só parte depois de atingir o orgasmo.
Cada vez demora mais a atingir o climax e, o pior, por vezes não ejacula e por isso fico horas à espera, estática, até que volte a sentir-se excitado. Eu já não suporto mais este "jogo" mas sinto afeição pelo meu "médico".
"Cabra" como hei-de sair desta?
Atenciosamente, Pandora.
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Minha querida Pandora, os jogos... são isso mesmo, um vicio a zero, nunca sabendo a principio não mais que uma suposição de triunfo. O desconhecido, o incerto, perverto delicado.
Sair dessa, não creio que seja o que deseja. Apimentar o jogo parece-me uma excelente solução! Surpreenda-o adornada de enfermeira, sensual, muito real nada de espalhafatoso, uma singela enfermeira cheirosa, doce e delicada.
Leve numa bandeja meio copo de translúcida água, onde previamente envolveu uma pitada de açúcar, faça-o beber suavemente, afirmando com convicção, “Dr. Mário, hoje está muito excitado, dê um travo neste copo de água açucarado!” Ele tem de entrar na sua sedução. De seguida dê lugar a si, rode o palco! Deite-o, dite você o relatório clínico, hoje quem manda no Dr. é você! Prenda os seus movimentos com ligaduras secas, mãos, pés e venda-lhe os olhos com um pouco de gaze de modo a que ele vislumbre entre quadradinhos. Agora ele é seu e o quarto do “hospital” é privado!
Tudo o que lhe fizer tem de ser interrompido, assim que o sente a realizar-se pare e saia do quarto, minutos depois volte, e repita o ritual, com a boca com o corpo, use todo o seu poder feminino e pare, saia do quarto... Quando achar que o remédio está a resultar, é porque o receituário foi um sucesso! Fodam até atingirem o clímax.
Desejo sinceras melhoras e boas injecções amorosas!
sexta-feira, 2 de julho de 2010
dez-a-fio

Já vem da Libertya e do El Solittario passa pela Stargazer´s e toca à Cabra Branca escrever aqui 6 coisas sobre mim que ninguém sabe. Eu não dou 6, darei 10, gosto do 10, o primeiro de dois números a par! E o zero não é à esquerda, logo tanto melhor!
Assim aqui fica:
2) O meu pêlo é macio e lustroso;
3) Tenho a mania que sei andar de saltos altos;
4) Sou a Cabra mais inconstante, não sei se de verde palha gosto ou se já relva seca rumino;
5) Gosto de montanhas elevadas, subo-as tal heroína, por picadeiros agrestes, eis no pico da montanha amanso e tremo;
6) Tenho uns cascos bonitos, sim um casco é um casco!
7) Não uso soutien e não tenho problemas da dimensão;
8) Não me queiram ver de pêlo virado, passo de dócil Cabra a Cabra cabrez que te faço em três;
9) é o 6 ao contrario da Star, respeito e aqui nada digo,
10) Fui possuidora de uma loja de lingeri erótica sensual, para Cabras.
Tenho de passar isto a uns tantos que por aqui passam, aqui vai:
(talvez nem aceitem, nem cheguem a ler este post mas que gostava, gostava!)
Eles:
FAQ(er) / Jota- As incongruências da vida / Daqui ninguém sai vivo / Ba Bocage / Pleura
Elas: ViagensLes / DaisyLouve / Provoca-me (as meninas) / Vontade de / Morango com champagne
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Sr. Beijados

sexta-feira, 25 de junho de 2010
pórnoi

sábado, 19 de junho de 2010
18ª Consulta
Curiosa C, lamento dizer-lhe que nem é feitio nem falta de jeito, não é vontade nem falta de apetite!
O sonho é isso mesmo, um delírio de desejo que se pode ou não conquistar, muitas das vezes lutando sobre as maiores dificuldades, mas o desejo de paixão é um sentimento que não se compra nas drogarias nem se manda vir pela internet, já objectos sexuais é em qualquer virar de esquina.
Direi que você gosta de brincar sexualmente, gosta do perigo de provar, gosta de provocar e isso é um jogo bom de se agitar de cima.
Não sei por outro lado se você respeita a essência do homem, porque a elas diz que respeita a eles eu arriscarei dizer que você rejeita, quem sabe por ter em demasia, fácil de mais, um simples olhar, um sábio sorriso e já andam eles ao seu sim suspirar!
Todos temos muito para aprender, nunca saberemos tudo, isso sim é um sonho, mas dos impossíveis!
E cara C. a pressa é inimiga da perfeição, nunca se esqueça.
Atenciosamente, esta Cabra.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
De alguém especial
A Minha Mulher
Todos os dias de manhã desarrolho o frasco e deixo cair umas poucas migalhas lá para dentro. Com muitos cuidados para que não fuja minha estimada mulher. As migalhas são de variados tipos de pão: broa de milho, carcaça ou baguette. Sempre gostei de estimar a minha mulher com o melhor. É com grande apreço que a paparico com carinhos. Tem dias em que sou realmente generoso e lhe deixo cair pelo tampo do frasco um torrão de açúcar. Fico regalado de a ver feliz pela prenda e vejo-a percorrer as paredes redondas do frasco em sinais de agradecimento. Outras vezes, corto frutas várias em pequenos pedaços e vejo-a lambona e de olhos arregalados, chupar o sumo doce das frutas.
Durante o dia, enquanto vou trabalhar, substituo a tampa do frasco por um coador do leite. Assim fico seguro que o ar circulará facilmente por todo o frasco e minha mulher não morrerá de calores ou asfixia. Quando regresso a casa, tenho uma grande recepção de felicidade. Minha mulher passeia-se pelas fronteiras de vidro cumprimentando-me com zumbidos que nem sempre percebo. No entanto gosto. São gestos humildes e naturais de contentamento.
Depois de jantar vemos uns programas que passam na televisão e tenho muitas conversas com ela sobre o que passa na caixa fosforescente. Poucas vezes me responde e quando o faz, é sempre em sussurros que ainda estou a aprender a interpretar. Tudo isto faz parte da convivência e da descoberta de cada um. Ocorre por vezes, um aborrecimento da minha parte quando a minha mulher se cala e esfrega as patas umas nas outras: começando nas da frente até às de trás. A falta da atenção dela para comigo leva-me a agitar o frasco e provocar-lhe uma reacção. Quando assim é, esvoaça pela vitrina do frasco e resmunga coisas sibilantes às quais não ligo.
Antes de me deitar, coloco o frasco dela a meu lado na cama e contemplo-a. Certifico-me que a tampa ficou bem apertada nas roscas e conto-lhe uma história de um livro que satisfaça os dois. Quando apago a luz sinto uma felicidade eterna em ser casado com uma mosca respeitável e obediente. E nisto olho para ela, a ver se já dorme.
sábado, 29 de maio de 2010
Com jeitinho

sábado, 22 de maio de 2010
Papagaio

sábado, 15 de maio de 2010
Andará o mundo carente?

sexta-feira, 7 de maio de 2010
17ª Consulta

Serás a próxima ou avio-te já a seguir!
My dearest and fuckin teasing Cabra:
Ansiando pela sua consulta, fui imaginando a forma menos porno de descrever o meu pseudo-problema! Sim, pseudo-problema porque o que para uns pode ser visto com um problema, para outros pode ser um acto benemérito de compaixão pelo próximo (e seguramente é esta segunda a leitura que eu faço à questão). No entanto, e para efeitos biblícos, vamos tratar “disto” como um problema. Dou por mim várias vezes a masturbar-me nas casas de banho de todo o lado, sejam centros comerciais, bares, áreas de serviço ou emprego. Um completo e bem descrito tarado sexual que se toca todo quando vê uma boa Cabra e não a consegue foder. Cabra, será este meu caso grave? E acha normal que aproveite toda e qualquer situação para meter conversa, e me comporte como o verdadeiro tarado teasing que não tem regras só com o único objectivo de horizontalizar (ou não) uma qualquer cabra? Que conselhos me dá para controlar os meus impulsos de predador sexual e deixar de papar miúdas de vinte e poucos anos dentro de carros, e de me deixar de estourar o meu guito em quartos de motéis com as trintonas mais exigentes?
Aguardo impaciente e masturbante pela sua resposta, que pode ser escrita, ou em forma de exercício prático, ao qual, desde já, deixo a minha inteira disponibilidade.
ASS: Anónimo (mas pouco)
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Meu Caro Pouco Anónimo, não vou “tratar disso” como um problema, aqui não se trata de males físicos ou psiquiátricos, não existe sequer medicação! Aqui há reflexão em espaço aberto para quem por sorte ou azar passe as vistas por esta montanha. Haverá com certeza quem avalie “esse problema” como um problema, outros como uma prestação de serviço público, afinal quem em poucos minutos se horizontaliza ou verticaliza consigo não importando o local ou posição é porque participa da mesma vontade e andará tão necessitada quanto você, assim questiono, seram igualmente taradas? Será que anda meio mundo tarado?
Poderemos sim pensar num insaciável impulso sexual, num difícil controlo do desejo na demonstração personalista de virilidade.
Conselhos não tenho, acho muito saudável que se masturbe e pratique sexo o mais possível, porque tarado sexual é o individuo que viola uma vontade num desejo não partilhado, e não me parece este o caso.
Continuação de boas fodas com direito a todas as colocações.
domingo, 2 de maio de 2010
Detalhes do meu tal amante

sexta-feira, 30 de abril de 2010
Detalhes do meu certo amante

quarta-feira, 28 de abril de 2010
Detalhes do meu amante sem prazo
terça-feira, 27 de abril de 2010
Detalhes do meu amante ideal
Pinta-me de sexo!
O meu amante ideal, vira-me de costas à monotonia e brinca no meu corpo afugentando as posições pouco inspiradoras. Hoje agito a criatividade, e quando se trata do amante ideal, o meu é o meu amante ideal!
O amante ideal sabe surpreender na cama! É criador da arte no suporte emocional, com riscador de prazer no meu físico ardente. Satisfaz-me tanto numa pintura clássica intemporal, como na obra mais futurista com a sua criatividade em atitudes de ideal amante. O meu amante encontra o equilíbrio entre a forma e a função, é um designer sexual, viajante imaginativo da parte afectiva e da qualidade do tacto sexual. Aperfeiçoa o quase perfeito e desflora as intensas sensações, recorre-me o corpo, introduz-me algo diferente, atreve-se nas carícias mais exuberantes!
O meu amante ideal é artista lúdico emotivo na tela de minha alma, delicado racional na esculpa pedra do meu ser.
Esculpe-lhe o prazer!
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Detalhes do meu amante perfeito

quinta-feira, 22 de abril de 2010
16ª consulta
Foto Paulo NóbregaBranca Miss, mé mé… Não me conhece mas fica já a saber que a minha vida é lisinha e macia como o veludo e foi um bico d’ obra lembrar-me de uma cena áspera e eriçada para contar, uma vez que tanto desejo que me consulte. Ando um bocadinho toldada das ideias, já não sei se é dos fumos puxadinhos a toda a hora, se é dos ansiolíticos, mas esta história curta saiu-me do meu passado liso quando me pus a pensar nesta coisa do macho com macho e fêmea com fêmea. Passou-se há uns anitos e tudo começou na discoteca Lux da nossa Lisboa, eu já meio arrasada pelos Dj’s bacanos daquela noite, já quase a cair da tripeça com tantas misturas de gin ou de vodka. Sei apenas que às tantas deixei de saber com quem estava e que uma matulona a feder a katinga me passou um copo para as mãos. Depois foi um apagão, e regressei a mim como que despertada de um coma, deitada sobre almofadões de cetim, com uma cabeça de carapinha entre as minhas pernas, o sentir de uma língua enorme a penetrar-me e uma voz a zunir-me aos ouvidos: “Como se sente, meu bem?” Sei que quando me aprestava para disparar perguntas, já uma alva brasileira nua se sentava sobre a minha boca a pedir o mesmo serviço que a negra me fazia a mim. Em cinco minutos, já nem me vinha à mente o querer saber onde estava, já eu era um vulcão eruptivo de prazer enlouquecido. Mas, Cabra Miss, se este meu trio inesperado nada terá de extraordinário se formos comparar com as estranhezas de histórias que por aqui passam, já o mesmo não se poderá dizer do que se passava à minha volta e que pude constatar logo que a alva louca me deu uns segundos de descanso e largou a minha boca: à nossa volta, outro trio de vozes graves, em tremendo deleite, se contorcia de prazer, só que o estranho é que era um trio de músculos e piças que mais pareciam estar a competir com o trio de fêmeas. Só de me vir isto à memória me eriço toda e lá se vai o veludo; o mais digno de registo é que em nenhum momento os dois trios trocaram a mais leve carícia que fosse, ou uma mera palavrinha de incentivo… Nada, a não ser uns olhares furtivos e, no final, uma explosão de orgasmos simultâneos, como uma orquestra de prazer. Vim a saber que por vezes as pastilhas furtivas na bebida nos proporcionam estes momentos raros da vida… pelo menos desta vez, dassss, pude sobreviver aos meus orgasmos múltiplos e poder estar aqui a recontá-los. Pois Branca Miss, fartinha eu da lisura da minha vida, será que era de me arriscar a outra cena de perdição, a ver o que me poderia calhar desta vez… Ou momentos como aquele só uma vez na vida?
Ansiolítica.
Quanto a viver iguais momentos de perdição, esses estão por vezes ao alcance de o abrir uma porta, o pior é descobrir a morada! Recomendo-lhe fazer o caminho de volta,se perdida no endereço! E se der conta com o caminho, partilhe, tanta boa gente a sonhar com tais precipícios de exuberância…
terça-feira, 20 de abril de 2010
"Favola"
Adelaide dos “F`s”. Futurista, feliz, formosa, a famosa Adelaide… Adelaide, fascinava os fúteis com sua fala feiticeira. Fraseava na folia de frases fragosas, fodia frenética franzindo o sobrolho aos falsos (f)alores!Acontece que Adelaide dos “F`s”, para mulher fácil, que a julgavam, não tinha a mínima fatalidade e quase lhe dava um fanico quando a fomentavam assim.
De face fuzil e fatal, dava facadas aos homens de aparente fachada a fuzileiros do amor. Fundada nessa atitude pagara por vezes fatalmente a factura fictícia dos encontros fáceis e fugazes. Fã do furor da ribalta, Adelaide dos “F´s” fervia feroz nas atitudes facílimas da condição humana.
O Sexo mecânico era fecundo, o carinho no sexo o fascínio. Adelaide dos “F´s” não era flor para todos, era fada para os humildes e facínora aos calaceiros fodilhões! Falatório havia, quem não falava nem que fosse uma única vez da Adelaide dos “f`s”? Da boca de mulheres, fulminantes fagulhas, da boca dos homens, a custo falante confessavam a falência que ela os levara! Famintos alimentavam-se no prazer do falario de cortar à faca!
Furibunda, Adelaide dos "F´s" cospe no prato frio e grita dizendo: -Farta, Farta, Farta!!! Adelaide agora mal Fodida por tamanhas falsidades, fintando a vida madrasta, não se dá no fracasso. Elegante forma a dela, fixa a porta de saída, afirma feroz: - Mas que foda! Afinal não há foda como a minha!
domingo, 18 de abril de 2010
15ª Consulta
Hoje sou feliz com ela nos “últimos Dias”.
Acompanho este blogue, mas fui adiando deixar aqui um testemunho de vida até descobrir a coragem do senhor anão na consulta anterior. Sigo-lhe as pisadas, segura de que já não há nada a perder e que Jeová me acolherá na sua eterna bondade quando chegar o Dia. Ficam, pois, aqui as minhas palavras de esperança e de alento para todos aqueles que se sentem abandonados pelo toque divino do amor.
Vejo a minha vida de forma simples: antes e depois do Senhor porque foi Ele que me levou ao conhecimento da bela Ester. Numa manhã enegrecida de Domingo, atravessada uma cortina diluviana, o céu pejado de relâmpagos, abriu-nos a porta da sua casa serrana, uma bela mulher que sabíamos viver só.
"São os sinais da fúria do Senhor!" Disse ela antes de nos servir um chá. "Descarrega sobre nós o dilúvio que precede os últimos dias, antes nos chamar a todos! "
Disse-nos que nunca tinha sido baptizada em Jeová pelo que não pertencia à Sociedade Torre de Vigia, mas que sabia que um dia viríamos até ela (os olhos fixos em mim, irradiando do verde esmeralda a luz da esperança que lhe ia na alma). Nisto deixei cair as Sentinelas e logo aqueceu-me as mãos nas suas, baixando-se diante de mim, no apanhar das revistas. Vi-lhe os seios redondos penderem do robe azul celeste semi aberto e estremeci, balbuciando um agradecimento. Foi o único dia em que nenhuma das testemunhas passou uma única palavra de alerta para os malefícios dos tempos que correm, quando nos aproximamos dos momentos derradeiros. Limitámo-nos a sorrir, nos breves instantes de contemplação da beleza feita luz serena…
Sei que no dia seguinte fui só a sua casa, sob o pretexto de lhe levar uma Despertai, a mais recente edição da qual ela leu uns fragmentos em melodiosa doçura. E nos dias seguintes já não tinha mais pretextos, mas seguia os passos do Senhor na subida da ladeira que me levava à última casa da serra. Ao terceiro dia, os seios de novo desnudos e exuberantes a centímetros dos meus olhos, perguntei-lhe a meio da história de S. Matias, o substituto de Judas Iscariotes, se sabia o que era trair a palavra do Senhor… E antes que pudesse colher dela uma resposta, prostrei-me numa espécie de transe, abrindo-lhe o robe suavemente, e do mesmo modo lhe lambi os mamilos protuberantes… Nesse dia, tenho a certeza firme de que Ele sorriu para nós durante horas sem o mais leve esgar de vergonha ou condenação.
Hoje vivo com Ester e somos felizes, aguardando serenamente a complacência divina nos dias que restam das nossas vidas, seguras de que não tarda o dia do Juízo. Dela recebi em oferta o robe com que a descobrira nessa manhã de Domingo… E assim, nesses modos peculiares, recebemos calorosamente todas as testemunhas que, amiúde, sobem e voltam a subir a serra por vontade de Deus.
Um bem-haja, à Miss que se diz Cabra.
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Minha Cara leitora, mas que terno depoimento, aqui nada há a consultar, mas sim reflectir nestas doces palavras.
Vejo que sorriem serenas aguardando o dia do julgamento final... Pecado? Não!
Não vos vejo deleitarem-se à mais mínima sombra de pecado! Ruminam em néctar viçosas, brancas e imaculadas a vossa sim divina luxúria!
Obrigada por este elevar de serras, afinal adoro quem as supera!
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Pausa(ou)
Foto Helena- Conta-me algo que gostasses que soubesse de ti.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Suavium
Beija-o! Gritava-lhe a voz da vontade. Beija-a! Bradava-lhe o olhar.No escuro da noite amanheceu a clara madrugada, mais de meia cidade dormia e a restante ainda brindava às bebedeiras nocturnas. Na rua beijavam-se ao som das gaivotas citadinas, mas do outro lado, na outra margem do rio, alguém acordava em sobressalto, imaginando um intenso beijar, crente sofreguidão, pressentindo uma entrega de entranhar…
Do querer…
Querendo não querer, separam o olhar, largaram-se daquele beijo de amar, mas as gaivotas continuaram a cantar, e das noites nasceram outras madrugadas.
Querer crer no poder TER. Te ter...
Ao fazedor de Brazen hussy;
Foto Dominic Carrilho (pormenor)
Todo, toda, tudo…
Pansexual
Pessoa aberta a diversos tipos de actividades sexuais.
Assim se pode "colar" à mitologia do deus Pan, muitos amores transformados em natureza ou objectos a amar, como exemplo a sua amada flauta.
Pansexualidade é uma orientação sexual, distinta da bissexualidade e caracterizada por atracção estética potencial, amor romântico e desejo sexual por qualquer um, incluindo aquelas pessoas que não se encaixam na binária de género macho/fêmea implicado pela atracção bissexual. Bissexualidade pode ser contida na Pansexualidade (atracção por humanos "masculinos" e "femininos"), mas Pansexualidade inclui adicionalmente atracção por outros géneros e sexos, como os daqueles que se identificam como transexuais, transgêneros, Drag Queen, ou intersexo. Neste sentido, o termo necessariamente rejeita o conceito de género como um binário, algo que alguns bissexuais podem não rejeitar. Pansexualidade já foi descrita como um "meio de evitar os pólos binários e o essencialismo do 'bi'."
Alguns pansexuais chegam a afirmar que género e sexo não têm importância para eles. Podem ter a capacidade de fazer sexo com animais ou objectos, pois seriam capazes de sentir atracção pelos tais. Mas pansexualidade não implica atracção automática por todas as pessoas da mesma forma, também não implica aceitação de todos os comportamentos sexuais, como as parafilias (por exemplo: incesto, bestialidade, ou necrofilia) ou fetiches. Assim a pansexualidade refere-se ao papel do género na atracção sexual, e não ao papel dos actos e comportamentos sexuais.
terça-feira, 23 de março de 2010
Pé na Argola!

M - Então diga-me, como anda a sua alimentação?
C - Mal…
M - Mal?!
C - Sim, não sou boa de comer!
M - ?
C - Desculpe, quero eu dizer que sou má de boca!
M- ?!
C- :-( …
M - ...:-)
domingo, 21 de março de 2010
Vera
Mas eis que chegou com a primavera uma Vera, assim lhe dou de baptismo, veio observar-me, aprender-me. E me diz, o que ando eu a perder… Bom é, quando nasce cogumelos num amanhecer húmido de se ver.
Panssexual, eu? Não!
Panssexualidade no próximo post.
à Vera:

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