
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Sr. Beijados

sexta-feira, 25 de junho de 2010
pórnoi

sábado, 19 de junho de 2010
18ª Consulta
Curiosa C, lamento dizer-lhe que nem é feitio nem falta de jeito, não é vontade nem falta de apetite!
O sonho é isso mesmo, um delírio de desejo que se pode ou não conquistar, muitas das vezes lutando sobre as maiores dificuldades, mas o desejo de paixão é um sentimento que não se compra nas drogarias nem se manda vir pela internet, já objectos sexuais é em qualquer virar de esquina.
Direi que você gosta de brincar sexualmente, gosta do perigo de provar, gosta de provocar e isso é um jogo bom de se agitar de cima.
Não sei por outro lado se você respeita a essência do homem, porque a elas diz que respeita a eles eu arriscarei dizer que você rejeita, quem sabe por ter em demasia, fácil de mais, um simples olhar, um sábio sorriso e já andam eles ao seu sim suspirar!
Todos temos muito para aprender, nunca saberemos tudo, isso sim é um sonho, mas dos impossíveis!
E cara C. a pressa é inimiga da perfeição, nunca se esqueça.
Atenciosamente, esta Cabra.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
De alguém especial
A Minha Mulher
Todos os dias de manhã desarrolho o frasco e deixo cair umas poucas migalhas lá para dentro. Com muitos cuidados para que não fuja minha estimada mulher. As migalhas são de variados tipos de pão: broa de milho, carcaça ou baguette. Sempre gostei de estimar a minha mulher com o melhor. É com grande apreço que a paparico com carinhos. Tem dias em que sou realmente generoso e lhe deixo cair pelo tampo do frasco um torrão de açúcar. Fico regalado de a ver feliz pela prenda e vejo-a percorrer as paredes redondas do frasco em sinais de agradecimento. Outras vezes, corto frutas várias em pequenos pedaços e vejo-a lambona e de olhos arregalados, chupar o sumo doce das frutas.
Durante o dia, enquanto vou trabalhar, substituo a tampa do frasco por um coador do leite. Assim fico seguro que o ar circulará facilmente por todo o frasco e minha mulher não morrerá de calores ou asfixia. Quando regresso a casa, tenho uma grande recepção de felicidade. Minha mulher passeia-se pelas fronteiras de vidro cumprimentando-me com zumbidos que nem sempre percebo. No entanto gosto. São gestos humildes e naturais de contentamento.
Depois de jantar vemos uns programas que passam na televisão e tenho muitas conversas com ela sobre o que passa na caixa fosforescente. Poucas vezes me responde e quando o faz, é sempre em sussurros que ainda estou a aprender a interpretar. Tudo isto faz parte da convivência e da descoberta de cada um. Ocorre por vezes, um aborrecimento da minha parte quando a minha mulher se cala e esfrega as patas umas nas outras: começando nas da frente até às de trás. A falta da atenção dela para comigo leva-me a agitar o frasco e provocar-lhe uma reacção. Quando assim é, esvoaça pela vitrina do frasco e resmunga coisas sibilantes às quais não ligo.
Antes de me deitar, coloco o frasco dela a meu lado na cama e contemplo-a. Certifico-me que a tampa ficou bem apertada nas roscas e conto-lhe uma história de um livro que satisfaça os dois. Quando apago a luz sinto uma felicidade eterna em ser casado com uma mosca respeitável e obediente. E nisto olho para ela, a ver se já dorme.
sábado, 29 de maio de 2010
Com jeitinho

sábado, 22 de maio de 2010
Papagaio

sábado, 15 de maio de 2010
Andará o mundo carente?

sexta-feira, 7 de maio de 2010
17ª Consulta

Serás a próxima ou avio-te já a seguir!
My dearest and fuckin teasing Cabra:
Ansiando pela sua consulta, fui imaginando a forma menos porno de descrever o meu pseudo-problema! Sim, pseudo-problema porque o que para uns pode ser visto com um problema, para outros pode ser um acto benemérito de compaixão pelo próximo (e seguramente é esta segunda a leitura que eu faço à questão). No entanto, e para efeitos biblícos, vamos tratar “disto” como um problema. Dou por mim várias vezes a masturbar-me nas casas de banho de todo o lado, sejam centros comerciais, bares, áreas de serviço ou emprego. Um completo e bem descrito tarado sexual que se toca todo quando vê uma boa Cabra e não a consegue foder. Cabra, será este meu caso grave? E acha normal que aproveite toda e qualquer situação para meter conversa, e me comporte como o verdadeiro tarado teasing que não tem regras só com o único objectivo de horizontalizar (ou não) uma qualquer cabra? Que conselhos me dá para controlar os meus impulsos de predador sexual e deixar de papar miúdas de vinte e poucos anos dentro de carros, e de me deixar de estourar o meu guito em quartos de motéis com as trintonas mais exigentes?
Aguardo impaciente e masturbante pela sua resposta, que pode ser escrita, ou em forma de exercício prático, ao qual, desde já, deixo a minha inteira disponibilidade.
ASS: Anónimo (mas pouco)
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Meu Caro Pouco Anónimo, não vou “tratar disso” como um problema, aqui não se trata de males físicos ou psiquiátricos, não existe sequer medicação! Aqui há reflexão em espaço aberto para quem por sorte ou azar passe as vistas por esta montanha. Haverá com certeza quem avalie “esse problema” como um problema, outros como uma prestação de serviço público, afinal quem em poucos minutos se horizontaliza ou verticaliza consigo não importando o local ou posição é porque participa da mesma vontade e andará tão necessitada quanto você, assim questiono, seram igualmente taradas? Será que anda meio mundo tarado?
Poderemos sim pensar num insaciável impulso sexual, num difícil controlo do desejo na demonstração personalista de virilidade.
Conselhos não tenho, acho muito saudável que se masturbe e pratique sexo o mais possível, porque tarado sexual é o individuo que viola uma vontade num desejo não partilhado, e não me parece este o caso.
Continuação de boas fodas com direito a todas as colocações.
domingo, 2 de maio de 2010
Detalhes do meu tal amante

sexta-feira, 30 de abril de 2010
Detalhes do meu certo amante

quarta-feira, 28 de abril de 2010
Detalhes do meu amante sem prazo
terça-feira, 27 de abril de 2010
Detalhes do meu amante ideal
Pinta-me de sexo!
O meu amante ideal, vira-me de costas à monotonia e brinca no meu corpo afugentando as posições pouco inspiradoras. Hoje agito a criatividade, e quando se trata do amante ideal, o meu é o meu amante ideal!
O amante ideal sabe surpreender na cama! É criador da arte no suporte emocional, com riscador de prazer no meu físico ardente. Satisfaz-me tanto numa pintura clássica intemporal, como na obra mais futurista com a sua criatividade em atitudes de ideal amante. O meu amante encontra o equilíbrio entre a forma e a função, é um designer sexual, viajante imaginativo da parte afectiva e da qualidade do tacto sexual. Aperfeiçoa o quase perfeito e desflora as intensas sensações, recorre-me o corpo, introduz-me algo diferente, atreve-se nas carícias mais exuberantes!
O meu amante ideal é artista lúdico emotivo na tela de minha alma, delicado racional na esculpa pedra do meu ser.
Esculpe-lhe o prazer!
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Detalhes do meu amante perfeito

quinta-feira, 22 de abril de 2010
16ª consulta
Foto Paulo NóbregaBranca Miss, mé mé… Não me conhece mas fica já a saber que a minha vida é lisinha e macia como o veludo e foi um bico d’ obra lembrar-me de uma cena áspera e eriçada para contar, uma vez que tanto desejo que me consulte. Ando um bocadinho toldada das ideias, já não sei se é dos fumos puxadinhos a toda a hora, se é dos ansiolíticos, mas esta história curta saiu-me do meu passado liso quando me pus a pensar nesta coisa do macho com macho e fêmea com fêmea. Passou-se há uns anitos e tudo começou na discoteca Lux da nossa Lisboa, eu já meio arrasada pelos Dj’s bacanos daquela noite, já quase a cair da tripeça com tantas misturas de gin ou de vodka. Sei apenas que às tantas deixei de saber com quem estava e que uma matulona a feder a katinga me passou um copo para as mãos. Depois foi um apagão, e regressei a mim como que despertada de um coma, deitada sobre almofadões de cetim, com uma cabeça de carapinha entre as minhas pernas, o sentir de uma língua enorme a penetrar-me e uma voz a zunir-me aos ouvidos: “Como se sente, meu bem?” Sei que quando me aprestava para disparar perguntas, já uma alva brasileira nua se sentava sobre a minha boca a pedir o mesmo serviço que a negra me fazia a mim. Em cinco minutos, já nem me vinha à mente o querer saber onde estava, já eu era um vulcão eruptivo de prazer enlouquecido. Mas, Cabra Miss, se este meu trio inesperado nada terá de extraordinário se formos comparar com as estranhezas de histórias que por aqui passam, já o mesmo não se poderá dizer do que se passava à minha volta e que pude constatar logo que a alva louca me deu uns segundos de descanso e largou a minha boca: à nossa volta, outro trio de vozes graves, em tremendo deleite, se contorcia de prazer, só que o estranho é que era um trio de músculos e piças que mais pareciam estar a competir com o trio de fêmeas. Só de me vir isto à memória me eriço toda e lá se vai o veludo; o mais digno de registo é que em nenhum momento os dois trios trocaram a mais leve carícia que fosse, ou uma mera palavrinha de incentivo… Nada, a não ser uns olhares furtivos e, no final, uma explosão de orgasmos simultâneos, como uma orquestra de prazer. Vim a saber que por vezes as pastilhas furtivas na bebida nos proporcionam estes momentos raros da vida… pelo menos desta vez, dassss, pude sobreviver aos meus orgasmos múltiplos e poder estar aqui a recontá-los. Pois Branca Miss, fartinha eu da lisura da minha vida, será que era de me arriscar a outra cena de perdição, a ver o que me poderia calhar desta vez… Ou momentos como aquele só uma vez na vida?
Ansiolítica.
Quanto a viver iguais momentos de perdição, esses estão por vezes ao alcance de o abrir uma porta, o pior é descobrir a morada! Recomendo-lhe fazer o caminho de volta,se perdida no endereço! E se der conta com o caminho, partilhe, tanta boa gente a sonhar com tais precipícios de exuberância…
terça-feira, 20 de abril de 2010
"Favola"
Adelaide dos “F`s”. Futurista, feliz, formosa, a famosa Adelaide… Adelaide, fascinava os fúteis com sua fala feiticeira. Fraseava na folia de frases fragosas, fodia frenética franzindo o sobrolho aos falsos (f)alores!Acontece que Adelaide dos “F`s”, para mulher fácil, que a julgavam, não tinha a mínima fatalidade e quase lhe dava um fanico quando a fomentavam assim.
De face fuzil e fatal, dava facadas aos homens de aparente fachada a fuzileiros do amor. Fundada nessa atitude pagara por vezes fatalmente a factura fictícia dos encontros fáceis e fugazes. Fã do furor da ribalta, Adelaide dos “F´s” fervia feroz nas atitudes facílimas da condição humana.
O Sexo mecânico era fecundo, o carinho no sexo o fascínio. Adelaide dos “F´s” não era flor para todos, era fada para os humildes e facínora aos calaceiros fodilhões! Falatório havia, quem não falava nem que fosse uma única vez da Adelaide dos “f`s”? Da boca de mulheres, fulminantes fagulhas, da boca dos homens, a custo falante confessavam a falência que ela os levara! Famintos alimentavam-se no prazer do falario de cortar à faca!
Furibunda, Adelaide dos "F´s" cospe no prato frio e grita dizendo: -Farta, Farta, Farta!!! Adelaide agora mal Fodida por tamanhas falsidades, fintando a vida madrasta, não se dá no fracasso. Elegante forma a dela, fixa a porta de saída, afirma feroz: - Mas que foda! Afinal não há foda como a minha!
domingo, 18 de abril de 2010
15ª Consulta
Hoje sou feliz com ela nos “últimos Dias”.
Acompanho este blogue, mas fui adiando deixar aqui um testemunho de vida até descobrir a coragem do senhor anão na consulta anterior. Sigo-lhe as pisadas, segura de que já não há nada a perder e que Jeová me acolherá na sua eterna bondade quando chegar o Dia. Ficam, pois, aqui as minhas palavras de esperança e de alento para todos aqueles que se sentem abandonados pelo toque divino do amor.
Vejo a minha vida de forma simples: antes e depois do Senhor porque foi Ele que me levou ao conhecimento da bela Ester. Numa manhã enegrecida de Domingo, atravessada uma cortina diluviana, o céu pejado de relâmpagos, abriu-nos a porta da sua casa serrana, uma bela mulher que sabíamos viver só.
"São os sinais da fúria do Senhor!" Disse ela antes de nos servir um chá. "Descarrega sobre nós o dilúvio que precede os últimos dias, antes nos chamar a todos! "
Disse-nos que nunca tinha sido baptizada em Jeová pelo que não pertencia à Sociedade Torre de Vigia, mas que sabia que um dia viríamos até ela (os olhos fixos em mim, irradiando do verde esmeralda a luz da esperança que lhe ia na alma). Nisto deixei cair as Sentinelas e logo aqueceu-me as mãos nas suas, baixando-se diante de mim, no apanhar das revistas. Vi-lhe os seios redondos penderem do robe azul celeste semi aberto e estremeci, balbuciando um agradecimento. Foi o único dia em que nenhuma das testemunhas passou uma única palavra de alerta para os malefícios dos tempos que correm, quando nos aproximamos dos momentos derradeiros. Limitámo-nos a sorrir, nos breves instantes de contemplação da beleza feita luz serena…
Sei que no dia seguinte fui só a sua casa, sob o pretexto de lhe levar uma Despertai, a mais recente edição da qual ela leu uns fragmentos em melodiosa doçura. E nos dias seguintes já não tinha mais pretextos, mas seguia os passos do Senhor na subida da ladeira que me levava à última casa da serra. Ao terceiro dia, os seios de novo desnudos e exuberantes a centímetros dos meus olhos, perguntei-lhe a meio da história de S. Matias, o substituto de Judas Iscariotes, se sabia o que era trair a palavra do Senhor… E antes que pudesse colher dela uma resposta, prostrei-me numa espécie de transe, abrindo-lhe o robe suavemente, e do mesmo modo lhe lambi os mamilos protuberantes… Nesse dia, tenho a certeza firme de que Ele sorriu para nós durante horas sem o mais leve esgar de vergonha ou condenação.
Hoje vivo com Ester e somos felizes, aguardando serenamente a complacência divina nos dias que restam das nossas vidas, seguras de que não tarda o dia do Juízo. Dela recebi em oferta o robe com que a descobrira nessa manhã de Domingo… E assim, nesses modos peculiares, recebemos calorosamente todas as testemunhas que, amiúde, sobem e voltam a subir a serra por vontade de Deus.
Um bem-haja, à Miss que se diz Cabra.
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Minha Cara leitora, mas que terno depoimento, aqui nada há a consultar, mas sim reflectir nestas doces palavras.
Vejo que sorriem serenas aguardando o dia do julgamento final... Pecado? Não!
Não vos vejo deleitarem-se à mais mínima sombra de pecado! Ruminam em néctar viçosas, brancas e imaculadas a vossa sim divina luxúria!
Obrigada por este elevar de serras, afinal adoro quem as supera!
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Pausa(ou)
Foto Helena- Conta-me algo que gostasses que soubesse de ti.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Suavium
Beija-o! Gritava-lhe a voz da vontade. Beija-a! Bradava-lhe o olhar.No escuro da noite amanheceu a clara madrugada, mais de meia cidade dormia e a restante ainda brindava às bebedeiras nocturnas. Na rua beijavam-se ao som das gaivotas citadinas, mas do outro lado, na outra margem do rio, alguém acordava em sobressalto, imaginando um intenso beijar, crente sofreguidão, pressentindo uma entrega de entranhar…
Do querer…
Querendo não querer, separam o olhar, largaram-se daquele beijo de amar, mas as gaivotas continuaram a cantar, e das noites nasceram outras madrugadas.
Querer crer no poder TER. Te ter...
Ao fazedor de Brazen hussy;
Foto Dominic Carrilho (pormenor)
Todo, toda, tudo…
Pansexual
Pessoa aberta a diversos tipos de actividades sexuais.
Assim se pode "colar" à mitologia do deus Pan, muitos amores transformados em natureza ou objectos a amar, como exemplo a sua amada flauta.
Pansexualidade é uma orientação sexual, distinta da bissexualidade e caracterizada por atracção estética potencial, amor romântico e desejo sexual por qualquer um, incluindo aquelas pessoas que não se encaixam na binária de género macho/fêmea implicado pela atracção bissexual. Bissexualidade pode ser contida na Pansexualidade (atracção por humanos "masculinos" e "femininos"), mas Pansexualidade inclui adicionalmente atracção por outros géneros e sexos, como os daqueles que se identificam como transexuais, transgêneros, Drag Queen, ou intersexo. Neste sentido, o termo necessariamente rejeita o conceito de género como um binário, algo que alguns bissexuais podem não rejeitar. Pansexualidade já foi descrita como um "meio de evitar os pólos binários e o essencialismo do 'bi'."
Alguns pansexuais chegam a afirmar que género e sexo não têm importância para eles. Podem ter a capacidade de fazer sexo com animais ou objectos, pois seriam capazes de sentir atracção pelos tais. Mas pansexualidade não implica atracção automática por todas as pessoas da mesma forma, também não implica aceitação de todos os comportamentos sexuais, como as parafilias (por exemplo: incesto, bestialidade, ou necrofilia) ou fetiches. Assim a pansexualidade refere-se ao papel do género na atracção sexual, e não ao papel dos actos e comportamentos sexuais.
terça-feira, 23 de março de 2010
Pé na Argola!

M - Então diga-me, como anda a sua alimentação?
C - Mal…
M - Mal?!
C - Sim, não sou boa de comer!
M - ?
C - Desculpe, quero eu dizer que sou má de boca!
M- ?!
C- :-( …
M - ...:-)
domingo, 21 de março de 2010
Vera
Mas eis que chegou com a primavera uma Vera, assim lhe dou de baptismo, veio observar-me, aprender-me. E me diz, o que ando eu a perder… Bom é, quando nasce cogumelos num amanhecer húmido de se ver.
Panssexual, eu? Não!
Panssexualidade no próximo post.
à Vera:
terça-feira, 16 de março de 2010
Catonismo e aventuras fodanas
Naquela altura fazia uma semana que se enrolava com um macho, os últimos tempos fora entre enleio fêmeo. Tinha o apetite agora virado para a exploração das delícias masculinas. Ficara assim em standby as divas macias. Pois em nada era, ou seria, o momento para os homens sofrerem descontinuidade.“O que tem contra os homens?” Perguntava o explorador a Rosa.
- Nada! Disse-lhe Rosa, e continuou - Não tenho palavra para isso, mesmo que tivesse algo contra ou a favor. Mas posso dar-lhe umas tantas metáforas para definir esse contra que diz coabitar em mim, tenho sim tudo a favor!
Maior certeza é certo tinha ela na actual sondagem, agora seria mais concisa e teria maior sucesso no que era descobrir a essência no ser homem. - Bom, - fez uma pausa e perseguiu - os homens são pedaços de lenha com destino a uma lareira ardente, mas eles há vários tipos e qualidades, uns mais fortes, robustos e de maior durabilidade, outros porém verdes e velozmente afogueáveis e outros ainda que são a pura das imitações e alterações, os ditos aglomerados, carregados de bostas sintéticas, colas e plásticas! Como não percebo nada de madeiras, e até há pouco tempo, toda a clara seria pinho, e a escura carvalho, lançava ao lume toda a lenha baralhada, naturais e alteradas, esperava pela queima, e retirava com a tenaz o sobrevivente, o “oliveira”, nunca o “figueira”, esse só com a pá, queima tão ágil como uma folha de papel escrita a amor, os alterados ficavam enrolados encarquilhados e fedentes encostados nas paredes da lareira.
Pensante Rosa, fita o mestre, afirma o pensamento e conclui; percebo que o homem que tenho em mim separa-me o trigo do joio, e isso só vai terminar quando for levada pela tristeza da desmotivação e vencida pelo cansaço de mais não valer a pena, assim por favor amásia a minha aura!
sábado, 13 de março de 2010
MASó + uma vez!
sexta-feira, 12 de março de 2010
Um piropo por dia, não sabe o bem que nos fazia!
Houve uma época em que o piropo estava na moda, praticado pelo homem e sem idade de utilizador - embora pertencesse aos homens feitos os melhores piropos - era uma forma de galanteio carinhoso com intenção lisonjeadora . Mas como tudo, foi-se deteriorando na forma e no estilo de expressão, chegando a bater no fundo, caindo no ridículo e ruçando por vezes num insulto. Observemos:Mas manipulados num original tom de voz possante, levaram algumas destinatárias a um sorriso nem mais que fosse de canto, era inevitável não o desenharem no rosto. Assim, era um sinal de aceitação por oportuno lisonjeio. Os piropos eram criativos e garbosos, sendo frequente o baixar do olhar e um suave corar.
O piropo acabou por ter os dias contados, com o correr frenético dos tempos, entrou em desuso ou mesmo descrédito, acabando por se apresentar hoje praticamente extinto!
Penso dever-se a esta “sandes barrada a libido misto”, ou seja, a misturada dos sexos, a mulher desempenha mais funções que outrora eram exclusivas do homem, o homem perdeu o interesse nessa conquista da mulher, numa de “menos trabalho e comemos na mesma!”. Hoje os sexos fundem-se em iguais funções, o encontro com essa igualdade ofertou-nos a nós mulheres uma insípida realidade. Deparamo-nos com a igualdade, desvaneceu o propósito no desfecho galante.
Afinal o que querem? Perguntam.
Então, queremos uma torrada bem passada e banhada a manteiga Primor, um sumo de laranja tirado no momento com duas pedras de gelo, e um galão directo! Queremos isto, a perfeição na conta, peso e medida! Mas igualmente queremos que a torrada seja de pão integral, a manteiga Primor mas agora light, um sumo de laranjas frescas do sul com duas pedras de gelo, e um galão directo minado de espuma de leite magro!
Perceberam?
Foto de Claudio Rafael
terça-feira, 9 de março de 2010
Miss red hot bitch
Apuro-me, refino-me dia para dia, aprimoro meus cascos ao sabor dos pormenores. Pormenores, ei-los! E falemos de engates.
Hoje falo de engates!
(Inspirado num post de uma bela estrela)
O engate ao longo dos tempos, das cavernas, aos cursos superiores na perícia do engate.
Veio-me à ideia, o filme A guerra do fogo, na clássica cena em que algumas fêmeas ancestrais vão beber água ao riacho e uma delas, ali acocorada, é surpreendida sexualmente por um macho das cavernas. Surpreendida por falta de palavra melhor, já que a tal fêmea não parece muito surpresa! Assim compreenderam quando digo surpreendam-me! Obviamente não é que me arrefinfem pelas traseiras assim à grande, mas sim surpreendam, a mim e a todas as fêmeas que dificilmente são elevadas nessa boa querença, que é a boa surpresa. Eu sei, é difícil… mas tentar não custa, como as derrotas, viram certamente umas tantas vitórias. Adiante, engates. Desde então, das cavernas não sopraram assim tão supremos ventos inovadores, ou já terá dado a volta no “ciclone”? Explico, como no caso da moda, dizem que esta é cíclica, que de tempos a tempos volta-se ao início do anel, o ciclo de moda, assim por exemplo usa-se numa época as mini-saias, depois voltasse às maxi-saias.
Colando ao caso do engate, penso que pouco ou nada evoluiu neste sentido, os homens digo, tiveram certamente tempos áureos, eu não sei, não vivi esses tempos gloriosos, quando eles usavam brilhantina, um pente fino no bolso e cantavam serenatas à luz do luar, claro que sei que cada década é a década! Mas afinal e esta década? Que tal andamos de engates? Qual é a boa-nova? Deu a volta ou nem por isso?
Na minha tórrida opinião, penso que andamos mal! Muito mal! Sinto até que no engate já nós somos as senhoras destes! Poucos são os criativos, e no geral, e quase sempre, é mais do mesmo… que pena, que falta de chá. Esboçamos um sorrisinho, numa de compaixão mas em mente a triste ideia, …bom podia ser bem pior, ou, antes isto que nada, ou, ainda será normal ou eu é que sou a anormal?!?
Assim julgo-me nesta e em plena década acocorada no alcatrão, procurando não saciar a sede, mas sim desesperadamente reaver a visão, tentando apanhar a lente de contacto que me caíra no chão, e vem um macho sedento, encava-me a peida sem eira nem beira, e corre para apanhar um táxi, pois que está em cima da hora para uma qualquer reunião. anaaahhhhh!?!?!?!? Fuck, voltámos ao ciclo!
E para depois fica o tema piropos, há muito que tenciono falar deles.

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